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sábado, 11 de maio de 2019

Por baixo da saia


Por Rico Ourives


Um dia me disseram que uma saia deve ser curta o suficiente afim de mostrar coisas para despertar desejo, longa o suficiente para cobrir coisas e despertar a imaginação daqueles que vêem.
A mulher que usa a mini saia deve saber caminhar, sentar e se portar com este tipo de vestimenta, não é para qualquer uma, pois entre a sensualidade e vulgaridade existe uma linha muito tenra, a mulher deve despertar o desejo de "quero mais"!

Quando vejo uma mulher com uma mini saia, algumas passam desapercebido, porém, outras despertam um desejo enorme de ver e tocar, a curiosidade natural do ser humano, de saber como é, e ainda por se tratar de algo de difícil probabilidade, imaginamos que ali está o paraíso!
Assim como a mini saia devemos em nosso trabalho deixar um gostinho de quero mais, despertar curiosidade, interesse em nossos clientes, não vendemos apenas produtos ou serviços, um vendedor de verdade vende muito mais, ele negocia qualidade de vida, sonhos, expectativas.

Você tem o que o cliente busca, basta ter a medida correta, nem mais e nem menos, se for de menos tiro o fator curiosidade, se for demais perde-se o encanto, um profissional de vendas deve ter a medida exata.
Talvez você possa estar pensando que não trabalha com vendas, pois é um dentista, advogado, auxiliar administrativo, e não tem nada a ver com vendas, correto?
Claro que não!
Todos vendem o tempo todo, vendemos nossa imagem, credibilidade, um cabeleireiro por exemplo, presta o serviço e vende produtos junto, com um creme, hidratação, sua imagem fará diferença no dia a dia.
Numa relação de namoro, tem sempre que deixar um gostinho de querer mais, ou seja, uma descoberta diária, quer fazer alguém se apaixonar por você?

Então dê a outra pessoa aquilo que ela deseja em doses pequenas, pois se tiver em grandes doses, poderá fazê-la enjoar rapidamente.
Faça seu cliente, namorado, amigo...fornecedor ou seja lá o que for, desejar o paraíso, faça ele desvendar os seus segredos passo a passo, estimule a relação ser contínua.

Quando estamos de mal com a vida usamos saia até os pés, escondemos as silhuetas  e ainda, a calcinha é feia, grande, e furada, as pernas peludas e o mau cheiro evidente as narinas menos sensíveis.
A sensualidade ainda está com as combinações de roupas, cores, modelos, calçado, cabelo, sorriso, maquiagem, perfume, forma de caminhar e o mais fatal de todos, o olhar!

Você será um arraso onde for, se for equilibrado em suas emoções, ter um ótimo marketing pessoal, caminhe com integridade (estes serão seus calçados), seja motivado e sorridente, um  profissional feliz atraí muitos novos negócios, seja carismático e cative atenção do cliente, conheça muito bem o que se faz, e o mais fatal de  todos, que seu olhar todos vejam que você tem objetivos claros e definidos, pronto!
Está aí a receita para ser um sucesso onde for!



sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Anjo de Luz, Doce Surpresa!

Por Manoel Simeão Moreira





[...] Em uma noite de tormentas, de preocupações e medo devido à ação da natureza, noite de escuridão e tristezas, eis que em uma surpresa você apareceu para mim, surpreendeu-me e em meio aquelas dificuldades todas, sua presença me confortou, me trouxe esperanças na chegada de um amanhã (Deus perdoe-me por essa expressão). Foi como se a sua presença e sua beleza iluminasse aquela sexta-feira escura.

Ao chegar perto, sem pretensão alguma, sem saber o que há muito se passava em mim, olhou-me, nãos dissestes nada, mas sua presença perto de mim foi como se quisesses dizer: "ESTOU AQUI COM VOCÊ!"

Eu perdido e amedrontado pelos conflitos do clima, da chuva que caia e pela escuridão, fui me acalmando e naqueles instantes, com você por perto não temia a nada mais, minha felicidade era tão grande que o mundo podia acabar naquele momento que isso pouco me importava, pois estavas ali comigo.

Então me levaste para um lugar seguro, claro, tu sempre informal e silenciosa, sem me perguntar nada, mas seus gestos e presença continuavam a iluminar a minha vida, a iluminar a escuridão daquela noite e depois de toda tormenta consegui adormecer aonde me deixastes com outras pessoas. Seu gesto solidário foi para mim uma LUZ NO FIM DO TÚNEL e em meio a tudo o que se passava fui perdendo os sentidos, a consciência, adormeci e passei da realidade fria e triste para o mundo dos sonhos, sono que tu velaste ao longe e perto de onde tu se encontravas. Sono que foi embalado pelo cansaço e pela fascinação de sua atitude de solidariedade e atenção e isto só aumentou esse sentimento que há anos despertas em meu ser.

Amanheceu, começou um novo dia após a tormenta e daquela noite sem luz e preocupante; e ao chegar onde eu estava , se aproximastes , sorristes e dissestes: BOM DIA! Daí em diante as coisas ainda seria muito difíceis, mas a tua presença foi à fortaleza para juntar os cacos de minha vida, voltar a minha caminhada e por estar mais perto de ti.

E foi assim que em uma noite sem luz, noite escura, tu foste um ANJO DE LUZ que iluminou os lugares onde estava e deu vida ao meu viver nos dias que se seguiram e por tudo isso que se passou, ainda que tenha sido só para mim, só registrado por mim, lembrarei sempre daquela noite... Daqueles dias, da emoção pura e inocente de  tua presença de luz em minha vida, sinto que só tu, só você minha doce e linda Anjo de luz ainda que não saibas consegue clarear o meu viver [...].


Livro Conversas/2012

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Uma boa política...

Opinião: Quase uma totalidade do diabo!
Por Reinaldo Sousa



            Uma “Boa Política” não se faz apenas com “Boa Vontade”. Não basta querer fazer política e “Eureca” tudo se faz. É preciso mais que isto. Para Platão, o primeiro problema a ser superado, para se fazer política, é justamente a ideia de que qualquer pessoa sabe fazê-la.  Para ele, a política resulta de um “dom” muito especial, o domínio de uma arte, que nem todas as pessoas tiverem o privilégio de ter. 

            Assim, para se fazer política, Platão propõe a compreensão de, ao menos, três tipos e arte: primeiro o que classificou de artes auxiliares como a arte dos artesãos em confeccionar seus artesanatos ou dos pastores em pastorear; segundo a arte produtora como a habilidade em plantar, em comercializar etc. e, terceiro, a arte de saber conduzir os homens, ou a política propriamente dita. É esta habilidade especial que não pode, e não deve, sob pena de criarmos uma totalidade do diabo, ser confundida com a habilidade de elaborar leis, fiscalizar homens e ações.

            É preciso, sobretudo em tempos de eleições, distinguir entre aqueles que simplesmente possuem habilidades para oratória, para planejar ações, daqueles (ou daquelas) que, além disto, conseguem pensar as pessoas, o coletivo e, sobretudo, sabem pensar e fazer pelos mais pobres da sociedade.          



Fonte: http://www.professorreinaldosousa.com/eventos/

domingo, 7 de setembro de 2014

A Dependência, do BraZil


Está lá, na História. Em um dia, 07 de Setembro, um português, Proclamou a Independência do Brasil. Está escrito. Pergunta-se, independência de quê? Senão vejamos: Nesta Pátria Mãe gentil, um professor, recebe menos, que o salário mínimo da sua categoria, mesmo, isso estando escrito na Constituição Federal, e se esse individuo ousar a reclamar, será abalroado pelos cassetetes e coturnos da Policia Militar, principalmente, se o protesto for à Cidade de São Paulo, e mais ainda, na Avenida Paulista.

Ao aluno, não interessa saber ler ou escrever, basta fantasiar-se de estudante e sair por ai, que será agraciado com a fantasiosa, aprovação continuada. Ora, pois, cá entre nós, um sociólogo estuprou a Carta Magna Federal, e patrocinou a sua reeleição. Eu, que ante a minha ingenuidade,  apaixonei-me pelo quadro da Primeira Missa, celebrada em Porto Seguro- Bahia, quando da chegada de Cabral, agora dizem que é plágio, de um outro quadro italiano. Prostituíram a minha memória e agora descubro, que não somos mais virgens, desde o nascimento. Fomos abusados, ainda no nascedouro.

O cavalo do quadro do Pedro Américo, no qual monta o Imperador, historiadores dizem  ser uma baia pintada, que no rodapé da tradução, é uma jumenta com grife. E assim, estamos a fazer festa, o riacho do Ipiranga, a muito deixou de ser um riacho para transformar-se, em um esgoto a céu aberto, no bairro da Zona Sul da Cidade de São Paulo, que leva o mesmo nome.

De saracoteio em sarucuteios, Dom Pedro I, foi chafurdar na Cidade de Santos, litoral paulista, com a  amante e visitar os Andradas. Comeu muita carne de porco, as toras e mau passadas, como escrevem alguns historiadores. Com cólicas, dores de barriga, tomando chá de folha de goiaba, e muita diarréia, o Português, nesta situação fisiológica desconfortável, encarou  a subida da serra do Mar. Em sua jumenta com grife, que Pedro Américo, diz ser um cavalo, e outros berram que o quadro é uma falsificação de um outro quadro “A batalha do Avaí”,  Dom Pedro I, estava outra vez no matinho, quando um dos seus guardas, entrega-lhe cartas vindas do Rio de Janeiro, a qual   narrava que os lusitanos, lhe rebaixava as condições de um delegado das Cortes Portuguesas, um office boy, com grife, ora pois pois. Para uns, ele berrou Independência ou Morte, para outros, a morte esta ante nós, por que temos esperança em uma independência plena e irrestrita.

Uma Independência, aonde seja sanado o déficit habitacional. Uma independência, aonde não seja necessário falarmos em cotas, de quaisquer espécie. Uma Independência, aonde não mais teremos a violência contra os Direitos Humanos.

Precisamos sermos independentes, para não servirmos de massa de manobra, e muito menos os paladinos da degradação social. Se o Sol brilhar no céu da Pátria, muito certamente,  ressoará entre nós, não só a Esperança de um Brasil gigante. Mas, sobretudo uno e justo.   
 

Por  José Maria Souza Costa

Divulgue aqui o seu texto de opinião, envie para nivaldomarinho@hotmail.com juntamente com sua foto preferida.

domingo, 31 de agosto de 2014

Oposição é a liberdade viva em ato!

 “Liberdade é a liberdade de dizer que dois mais dois é quatro.”
(George Orwell, 1984)

 
Jornalista Paulo Veras

Opor. Uma palavra simples, de quatro letras comuns, carrega, em si mesma, um conjunto extremamente amplo de significados. Se a maioria das pessoas tivesse que expressá-los, teríamos respostas associadas a negativas, objeções, impedimentos. Não passa na cabeça, de primeira impressão uma imagem propositiva. Nossa imagem da oposição surge da ideia que acumulamos de oposição durante nossas experiências, e ela é diminuta.

Nossa oposição é conjuntural, não substancial. A alternativa política que nos apresentam é, costumeiramente, a contraposição de grupos interessados no poder, e não um embate de pensamentos diferentes. No Brasil, se luta pelo poder, não pelo modo como se vai utilizá-lo, que é o mesmo em todos os casos. Salve-se daí algumas boas exceções, que nos lembram que a oposição é muito mais do que fazer birra hoje para fazer a mesma coisa amanhã.

A oposição é um presente da democracia. Permitir que alguém se contraponha e aponte um outro caminho para as políticas públicas é fundamental para a pluralidade de opinião. E ela é boa. Permitir ideias diferentes de uma sociedade significa vigiar para que nunca se atinja o autoritarismo uniforme. Por mais simples ou idiota que uma ideia pareça, ela tem de ter o direito inalienável de ser dita. E a oposição, nada mais é do que essa ideia contrária em enunciação; a liberdade viva em ato.
A oposição, enquanto conceito político propositor de mudanças e ideologias é totalmente positiva porque permite discutir novos rumos que podem ser melhores para o organismo público em questão. A oposição enquanto fiscalizadora do estabelichment – vista por muitos como entrave as ações estruturais – é também positiva, uma vez que permite, através da cobrança consciente, que o poder constituído melhore suas ações: o que é bom para a sociedade.

Nem a oposição deve ser imposta. Gestores dos mais diversos níveis e âmbitos precisam compreender que democracia é muito mais que se predispor a um plebiscito popular quadrienalmente, mas permitir a crítica e a contestação, e aceita-las. O gosto da pluralidade precisa ser tomado como doce, e não como amargo; porque mesmo quando ele é uma força motriz capaz de destroçar o aparato institucional, ele não está provando senão que este estava deslocado.

E isso tudo só mostra que a maior beleza da oposição não é a contestação pela contestação. Tampouco é o oportunismo de se fazer poder no futuro. O que é mais belo na oposição é a possibilidade de se opor.

Por Paulo Veras
Fonte: http://pjveras.blogspot.com.br/

sábado, 30 de agosto de 2014

Alagoas: Da escravidão e pobreza da cana a algumas ilhas de desenvolvimento.

Por Manoel Simeão Moreira

O estado de Alagoas é um estado que acomodou-se, pois seus dirigentes legitimamente eleitos, com raríssimas exceções, pouco se interessaram em desenvolver a indústria do nosso estado, de gerar emprego e renda e por consequência o bem-estar da nossa população. O que restou a Alagoas foi modernizar os engenhos que viraram usinas e as senzalas viraram favelas e essas mesmas usinas, muitas fecharam, viraram sucatas fantasmas, pois quando viajamos por alagoas nos deparamos com as carcaças, esqueletos de ferragens e vilas abandonadas, lugares sem vidas às margens das rodovias, que em décadas atrás eram locais de intensas relações humanas, comerciais e financeiras, foram vidas que migraram para outros locais devido à falta de dinamismo que possibilitasse a perduração do setor para outras gerações e com esse fechamento das usinas, engenhos antigos (hoje modernas usinas falidas e fechadas), as pessoas das senzalas e da mão de obra da cana (hoje nas periferias das cidades), perderam seus espaços de cidadãos, pois o indivíduo sem trabalho e moradia não tem dignidade para si e para os seus, são para a sociedade, fantasmas iguais às usinas fantasmas.

Continuando a analisar Alagoas, observo que poucos municípios de algum desenvolvimento, oque chamo nesse artigo de "ILHAS" e conto nos dedos as poucas cidades ilhas que são: Maceió, Arapiraca, São Miguel dos Campos, Pilar, Penedo, Maragogi, Marechal Deodoro, Coruripe, Piranhas e Delmiro Gouveia, esses municípios que citei tem algum desenvolvimento devido a ter em seus territórios indústria, petróleo, gás natural, fábricas, opção de lazer, uma boa rede de serviços que ofertam uma série de produtos, shoppings centers, polos de universidades e um comércio competitivo. Já os demais municípios de alagoas vivem das rendas do Programa Bolsa Família, da renda dos aposentados e pensionistas do INSS, dos poucos empregos ofertados por alguma fábrica e dos empregos da prefeitura e do estado, além da lavoura do comércio capenga. Em particular insiro nesse contexto que acabo de acima citar, a minha União dos palmares, que apesar de ter um grande potencial para o turismo histórico, pois é conhecida mundialmente, não tem grupos nem pessoas que se interessem, ou sejam competentes, tenham a vontade de explorar esse turismo e até a festa de Santa Maria Madalena (padroeira de nossa cidade) que era um grande evento regional, já há vários anos está chegando ao seu ocaso, vem perdendo os eu brilho. União dos Palmares que no passado tinha em seu território uma fábrica beneficiadora de algodão, uma fábrica de doce, uma fábrica de correntes, a usina Laginha e uma grande produção de bananas, nos dias atuais não tem nada disso, vive de repasses do Fundo de Participação dos Municípios-FPM, da renda dos aposentados, do bolsa família, dos empregos na prefeitura e no estado e da fábrica Quaker e do comércio que está se acabando por falta de giro financeiro e de riquezas que a nossa cidade não tem mais. Assim em 9 municípios de alagoas se tem algum desenvolvimento, algumas ilhas financeiras e os 93 restantes vivem a espera de um milagre econômico de gestores competentes, de alguém que ligue para o seu torrão, para a sua cidade, o que é meio difícil de acontecer, pois ao analisar Alagoas como ESTADO, como unidade federativa, vejo que aqueles que no governo de alagoas chegam  só desenvolvem financeiramente a Eles, Familiares e a Amigos e aos que chegam ser mandatários das prefeituras fazem o mesmo. Para agravar toda essa situação de estagnação econômica e social de Alagoas, ainda teve um governador que em 1987 isentou os usineiros (a maior parte financiou sua campanha) de pagarem o imposto sobre a cana produzida, o CHAMADO FAMIGERADO ACORDO DOS USINEIROS, que quebrou, faliu e fechou o antigo PRODUBAM, bando de fomentação do estado que financiava o comércio e a indústria do nosso estado, por consequência agravou-se a crise social de nossa gente afetando a já combalida economia de Alagoas. Assim Alagoas, o nosso povo, a nossa gente ordeira e honesta segue como aquele samba enredo da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira do carnaval de 1988 que diz: “LIVRE DO AÇOITE DA SENZALA E PRESO NA MISÉRIA DA FAVELA".

Alagoas é terra de desenvolvimento de alguns municípios, de algumas poderosas famílias que se revezam no poder desde que este território virou estado, sem contar na época das capitanias, são famílias que se locupletam com a coisa pública.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Ela...

Por Manoel Simeão Moreira

Manoel Simeão
Ela quando solta os cabelos, quando sorrir, quando anda, quando gesticula, quando fala com aquela voz suave e linda, quando vez por outra me encara nos olhos e me faz gelar; Quando é atenciosa comigo, quando é enigmática e fria, quando divaga em seus pensamentos, quando me deixa feliz sem nem perceber, quando mostra a sua personalidade forte, quando expressa sua intelectualidade;

Quando se apresenta uma menina e uma mulher linda, nesses instantes que ela está exercendo, sem saber, para mim, o papel do ser mais belo, maravilhoso e que amo muito, ser que me atrai!

Não devia sentir isso por ela, mas quem manda no coração? E nos sentimentos? Tudo nela é lindo... Eu a amo e sou fascinado por ela. Ela é um amor platônico, é algo impossível e vários fatores contribuem para que nessa Vida  nunca possamos estarmos juntos , sei que esse amor só existe e existirá para mim, na minha história, no mundo dos meus sonhos.

Eu e ela somos em tudo o contrário. Somos como o sol e a lua, como os extremos da terra, como a bela e a fera, como o corcunda de Notredame ea sua paixão pela bela parisiense, vivemos na contramão um do outro, torcemos por diferentes coisas e vivemos momentos existenciais diferentes.

Ela... é ,mais linda e distante estrela do universo de minha vida, estou tão perto dela e ao mesmo tempo  encontro-me há milhões de anos-luz dela.

É curioso como ela me encanta e atraí, pois nunca nem sequer a abracei, nem se quer a beijei no rosto... Houve em alguns momentos apenas uns apertos de mãos um tocar nela involuntário e em todos esses anos, no máximo um beijo em sua mão por uma ocasião especial... Um sentar perto. Pouca vezes tenho a alegria e a espontaneidade dela, tenho mais a sua frieza e indiferença, talvez por ela perceber esse meu fascínio, esse meu sentimento desmedido, mas com tudo isso...essa menina, essa mulher morena bela é o que traz vida à minha vida.

Ela é muito bela, é completa, é alguém que de tão magnitude não tenho as palavras certas para expressar tão grandiosidade e beleza, é alguém que não sei porque entrou em minha vida se estamos destinados a caminhos completamente diferentes, só sei que a amo, infinitamente a amo, assim é ela para mim.

Livro Fantasias e Ilusões/2006

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Até Quando?

Por Dallas Diego – Escrito em 22 de maio de 2011


Alagoas bate todos os recordes negativos que um Estado poderia ser contemplado. Analfabetismo, mortalidade infantil... Maceió, proporcionalmente falando, é a cidade mais violenta do mundo - segundo uma professora da faculdade - dados como estes, não são tão desconhecidos da população que aqui habita. Vários sites apresentam as estatísticas de violência a cada dia, o número sobe igual a um balão com gás hélio.

Um placar foi posto na UFAL, onde o número de homicídios era exposto mês a mês. É esse o Estado em que vivemos... De nada adianta exibir orgulhoso em nossos carros, adesivos com dizeres: "Nunca se matou tanto Governador". Isto não abala as autoridades, somos vistos como os derrotados nas urnas, somos a "minoria".

Até quando vamos ver Alagoas sendo surrupiada por políticos sacanas, apoiados por gente mais sacana ainda que posam de bons moços, ludibriando a parte leiga que tem como arma mais forte, o título de eleitor.

Estamos com escolas em estado precário, hospitais, nem se fala. A educação e saúde aqui, não são tratados com seriedade. Somos menos de quatro milhões de alagoanos, ditados ao ritmo de menos de 20 famílias detentoras do "poder" por estas bandas...

Até quando vamos sofrer Eu não sei, mas que muitos ainda irão rir de nossas caras como o Sr. Governador Teotônio Vilela, Eu tenho certeza!

Fonte: Blog Caderno B

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

AL Perigo

Por José Minervino Neto



Medo. Está difícil até de respirar em Alagoas. Seja na capital ou no interior. A violência  nos obriga a olhar, olhar e olhar várias vezes antes de atravessar a rua. Um cara mal pode vir de surpresa, sacar uma arma e levar, além de nossos pertences, a vida.

Já se foi o tempo em que dormíamos de portas abertas no verão por conta do calor. Hoje, compramos condicionadores de ar. E portões enormes. E aumentamos o muro, colocamos cerca elétrica e cachorro brabo. Não adianta. O jeito é contar com a sorte. Ou com a esperteza ingênua de dar um trocado ao marginal para mais tarde ele não levar tudo. É uma realidade estranha, onde quem deveria estar preso é livre.

Enquanto isso, na periferia, mães rezam, rezam, rezam.

Alagoas, esse paraíso das águas, vai se colorindo de vermelho púrpura a cada dia nas folhas de jornal e telas de computadores e tv's.

Enquanto isso, no Palácio, o governador bebe seu uísque importado, longe dos ruídos e do calor.

A mídia alardeia os números.
Enquanto isso, silêncio no Palácio.
Jovens, negros em sua maioria, são assassinados todos os dias.
Pessoas morrem nos hospitais sem atendimento.
Meninos e meninas sem escola digna.

Enquanto isso, silêncio, silêncio, silêncio... no Palácio. Não! Ouve-se um tin-tin!
Onde está o Superman? Batman, você está atrasado!
Cuidado, motoristas, vocês estão numa rodovia esburacada e sem sinalização, a AL Perigo.

As minhas Alagoas são outras, não custa nada repetir, né, Jorge?

Vale muito a pena ler este artigo da revista Piauí: Engolfado pela violência, de Plínio Fraga, que, ao contrário desse meu desabafo pueril, faz uma baita crítica à política de Alagoas e todo o seu retrocesso.

Fonte: Blog 10 inquietos

domingo, 3 de agosto de 2014

Quando só Existiam Blogs e Orkut

Por Dallas Diego escrito em 21/04/12 - Vale a pena ler de novo


Dallas Diego, primeiro blogueiro palmarino

Lembro bem que em meados de 2005 criei meu profile no orkut e meu msn. Ainda não possuía computador em casa, passava horas e horas navegando nos computadores do laboratório de informática do CEFET. A internet me encantava naquela época, desde então, sempre mantive um bom relacionamento com as pessoas que conhecia na web.

Em 2007 ganhei meu primeiro e único computador, o qual ainda tenho em bom estado de conservação. Este ano, foi o pontapé inicial para que Eu de fato adentrasse no mundo sem fim chamado internet. A criação do meu primeiro blog, denominado "Saída de Emergência", fez com que Eu me tornasse um dos primeiros blogueiros de União dos Palmares, ao lado de Sérgio Rogério, Bruno César, Wenndell Amaral e Carlyson. Todos com propósitos iguais (bem social) e escritas diferentes, isso se mantém até hoje.

Não demorou muito para conhecer a blogosfera alagoana, e fazer muitas amizades que se mantêm acesas até hoje. Enquanto escrevia no "Escritos ao Acaso", blog pessoal que durou aproximadamente dois anos e meio, meu círculo de amizades na rede crescia mais e mais. Os laços ficavam mais estreitos, quando nos adicionávamos no orkut e msn. Mas o que faltava mesmo era o aperto de mão, olho no olho e um abraço. Consegui conhecer pessoalmente, somente algumas pessoas, infelizmente.

Sim, era um bom tempo, mas tudo evolui e nos proporciona melhores formas de relacionamento digital.

No cenário atual da web, com todas as inovações, principalmente relacionadas a Redes Sociais, ficou muito mais fácil manter o contato com os antigos e conhecer novos amigos. Agora tem twitter e facebook. Sinto-me feliz em dizer que, com o surgimento dessas redes sociais, meu círculo de amizade cresceu e muito.

Sinto-me honrado em conhecer pessoas dos quatro cantos de Alagoas, conversar com meus artistas favoritos e contribuir com crescimento midiático do nosso Estado.

Ainda continua faltando alguns apertos de mãos, olhos nos olhos e abraços. Espero conseguir o mais breve possível, enquanto isso continuo aproveitando o que a web me proporciona, para cada vez mais fazer novas amizades e contribuir com o bem social, lembrando que tudo iniciou quando só existiam blogues e orkut.
Dallas Diego (Caderno B)

terça-feira, 29 de abril de 2014

terça-feira, 15 de abril de 2014

Meu Vasco mais uma vez é vice.

E mais um caso de racismo no futebol. Agora por parte de um jornalista.


Por Simone Campos




Domingo de decisões nos campeonatos estaduais. E como sempre eu na esperança de ver meu Vasco levar o caneco, depois de 11 anos sem vitórias, desde 2003. Até os 45 minutos do segundo tempo eu já entoava o hino:
Vamos todos cantar de coração
A cruz de malta é o meu pendão/Tu tens o nome do heróico português
Vasco da Gama sua fama assim se fez...

 Mas fui surpreendida e um gol (impedido) do Flamengo, cortou meu canto pela metade. Fiquei pronta para as brincadeiras dos amigos que diriam: “Vice mais uma vez” “Ainda não se acostumou a ser vice?” Entre outras brincadeiras.

Porém sempre deixo claro meu amor incondicional pelo Vasco e pelo futebol em geral. E cantando o grande Ivan Lins, entoei com voz embargada:
Desesperar jamais/Aprendemos muito nesses anos
Afinal de contas não tem cabimento/Entregar o jogo no primeiro tempo/Nada de correr da raia... Mas parei, porque, enfim, mais uma vez morremos na praia.


Mas nunca esquecerei o meu Vasco. Vasco de Roberto Dinamite. Meu Vasco que foi o primeiro time brasileiro que teve jogadores negros, quebrando paradigmas de que futebol era esporte de elite. Alguns dizem que foi o time carioca Bangu Atlético Clube, com seu primeiro jogador negro, Francisco Carregal, que seja. Mas a verdade é que diferente do Flamengo em que seus jogadores negros tinham que colocar toucas e luvas para esconder a cor e o cabelo, o Vasco no início do Século XX colocou em campo seu time misto com negros, brancos e mulatos. E o time do Fluminense, mandava seus jogadores negros passarem pó de arroz no rosto. Por isso  tem uma torcida chamada Pó de Arroz. era o time mais racista. Falo isso sempre para mostrar os requisitos que me fizeram ser Vascaína. 

E hoje presenciamos mais um ato de preconceito, dessa vez por parte de um jornalista da TV Tibagi, afiliada do SBT em Maringá, no Noroeste do Paraná. Que neste domingo durante a final do Campeonato Paranaense, disputado entre o time da casa e o Londrina. O apresentador Dorival Santos teria xingado o jogador Maycon Silva, do Londrina, de “macaco”, logo após ele marcar o gol que abriu o placar. Ele foi preso por suposto ato de racismo. 
Fica meu repúdio ao preconceito seja ele qual for.

Fonte: Blog da Professora Simone Campos

sábado, 11 de janeiro de 2014

MUITO OBRIGADO!


Hoje é o dia internacional do OBRIGADO. Gostaria de saudar a todos os leitores e simpatizantes do blog. Muito obrigado pelo carinho e pela credibilidade.

domingo, 24 de novembro de 2013

Insuportável

Por Rico Ourives


 Acordei numa segunda feira chuvosa achando que as coisas não estavam boas, que haveriam coisas a serem melhoradas, bateu um sentimento ruim, uma insatisfação.
Nunca parava, sempre correndo, uma vida alucinante, quando parei para olhar pra mim, confesso que não gostei nada do que vi, ensinava coisas e não estava mais praticando estes ensinamentos, logo me veio uma coragem infundada para mudar, mas mudar o que?
Muitas vezes nós trazemos o problema para perto da gente, vamos, vamos trazendo mais e mais, quando acordamos, estamos num beco sem saída, assustados, com medo, nos sentindo obrigados a mudar.
De fato as mudanças são necessárias, mas não são obrigatórias, fazemos planos, projetamos, traçamos caminhos, mas o fato é que não enxergamos um palmo à frente de nosso nariz, somos como ovelhas, com visão turva, sem discernimento entre a direita e a esquerda, nos achamos intelectos, sábios, donos de si mesmos, porém a vida nos ensina que não é bem assim.
Somos responsáveis por nossas escolhas, temos a incumbência de escrever nossa história, mas isso não significa que sabemos o que será no amanhã, ou temos o entendimento das coisas do bem ou do mal, não nos conhecemos e ainda temos a arrogância de querer entender sobre a vida de outros.
O fato é que nosso conhecimento perante a Deus é nada, não serve para nada, e é incomparável, mas mesmo assim queremos ensinar a Deus, dizendo a Ele o que deve fazer e como fazer, planejamos e ainda queremos mandar na vontade de Deus!
Agora após muitas segundas feiras, pude ver a quão boa vida tinha, será que é preciso perder tudo para valorizar?
Pra mudar é preciso ter coragem, mas nem sempre às mudanças são boas, tome cuidado para não jogar fora o que está bom e se agarrar em algo podre sem futuro, sem a direção de Deus!
Sempre haverá coisas que não está do jeito que desejamos, porém é necessário avaliarmos se estamos fazendo o certo ou não, continuar no erro é uma grande tolice, mas sair do acerto para migrar para o erro é pior ainda!
Vai chegar um tempo que as coisas se tornarão insuportável, aonde a pressão irá te consumir, o fim estará em frente a sua face, tudo poderão parecer perdido, todos passam por este momento, porém, mesmo quase submergindo, acredite em Deus, tenha fé, e peça restauração de sua vida, pois tentar mudar querendo acertar não é pecado, é uma lição de vida, tenha um Deus infinitamente maior que suas dificuldades, e pode acreditar, virá à libertação e a transformação sobre ti!
O medo virá, mas não dá pra parar!
Pode ficar até difícil, o impossível pode até te sufocar, mas caros amigos para tudo têm saída, perca tudo, menos sua fé!
Essas coisas são maravilhosas para aprendermos a valorizar pequenas coisas, pequenas conquistas, e também entender a grandeza de Deus!

Fonte: DNA da Felicidade

domingo, 1 de setembro de 2013

100 dicas para te fazer feliz!

Você está feliz?


Vão de presente para ti 100 dicas para estar e fazer pessoas felizes:

- Um botão de rosa para pessoa amada.
- Um bombom de licor de amarula para um amigo ou amiga.
- Um sorriso doce e amável desarma qualquer hostilidade.
- Um abraço caloroso e sincero faz milagres!
- Uma bala para adoçar a vida de quem está perto de nós.
- Um bilhetinho dizendo eu te amo para pessoa amada!
- Um beijo carinhoso antes de sair de casa, que a última impressão seja de amor, pois pode ser que não volte mais para casa!
- Faça um elogio, exalte as qualidades, isto fará bem a pessoa que receber e a ti também.
- Ouça uma música que gosta e te anima.
- Dance.
- Ria da vida, dos problemas, sorria sempre, te fará feliz.
- Faça um “cafuné” ou peça um, é bom demais isso!
- Tome um cafézinho ou um chá com amigos.
- Jogue conversa fora por alguns instantes, é muito bom.
- Ouça as histórias de seus avós, são ricas em sabedoria.
- Cative novos amigos.
- Seja generoso.
- Seja amável.
- Faça o bem, com certeza voltará para ti!
- Concilie, não seja provocador(a).
- Faça caminhadas, exercícios.
- Faça caminhada com a pessoa amada, te fará bem para a saúde e certamente abrirá novos canais de comunicação entre vocês.
- Assista a filmes comendo pipoca e bebendo guaraná.
- Leia um bom livro(os meus de preferência).
- Mande um recadinho amável no orkut do amigo.
- Escute uma boa história.
- Faça uma declaração de amor!
- Conte uma boa piada, arranque sorrisos, fará bem para todos.
- Acorde 5 minutos mais cedo para poder estar mais tempo com as pessoas que longo do dia não estarão com a gente – a vida é passageira, inclusive as pessoas que vivem conosco!
- Aprecie a lua cheia, a beleza dela é indescritível.
- Agradeça por sua saúde, sendo muito boa ou pouco boa, você está vivo!
- Mande um “torpedinho” carinhoso para alguém que você deseja bem.

Aguardem até o fim de semana postarei a continuação ....

By Rico Ourives - texto retirado do livro D.N.A da FELICIDADE - Ed. Publit - 1ª edição - Rio de Janeiro - 2010 - Pag. 20
Fonte: DNA da felicidade

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

PROMOVA MUDANÇAS JÁ!



Se a mudança é benéfica, para que esperar para se beneficiar? É um contrassenso!

Depende de você...

Certamente, mudanças são necessárias, isto é ponto pacífico, o que muitas vezes ocorre é: quando devo mudar?

Algumas pessoas gostam de datas marcantes para promover mudanças, talvez à data mais comum seja a partir da virada do ano, do dia 31 de dezembro para o dia 1º de janeiro do outro ano.
Será isso possível? O raciocínio acerca disto é claro: se não mudei antes, será que é possível mudar de repente? Provavelmente, não! Pois realmente quem deseja mudar o faz o mais breve possível, ou então se prepara para tal feito.

Um bom exemplo do perigo da demora: se uma mulher está com seu cabelo muito feio, e ainda estamos no mês de setembro, ela se propõe a mudar apenas no final do ano. Ela tem que ficar feia todo esse tempo? Se a mudança é benéfica, para que esperar para se beneficiar? É um contrassenso!

Datas comemorativas é foco de várias pessoas para as mudanças, datas de aniversário, Páscoa, Natal, aniversário de casamento... Se posso começar a mudança hoje, não tem por que protelar a mudança, a não ser que esteja CÔMODA esta situação.
Eu ouvi um pastor protestante se referindo ao prazer dos pecados, eles saciam a carne e a alma, e ainda demoramos demais para não querer mais pecar, pois geralmente o pecado está associado ao prazer, sendo ele destrutivo ao corpo ou ao espírito. 

Vício do tabagismo: para ocorrer à mudança é necessário querer realmente parar e estar disposto a vencer este domínio que o tabaco exerce sobre ti, se não houver esta determinação, simplesmente você está tendo uma DR (discussão de relação) com seu vício, está dizendo: “Vamos dar um tempo para saber se é isto mesmo que eu quero!”
E em poucos dias volta ao vício, com aquele sentimento de arrependimento por não ter conseguido mudar, mas também com aquele ar de saciado, pensando: “não vivo sem você ‘pequeno betuminoso’”!
O que realmente nos ajudará na mudança? A vontade ou a data simbólica?

Meu pai, um dos grandes homens que conheci em minha vida, era fumante, já que tocamos neste assunto, ele sempre estabelecia datas específicas para o fim do tabagismo em sua vida. Depois de 3 anos sem fumar, voltou a fumar novamente, deu mais uma data, cumpriu exatamente aquilo que tinha proposto a si mesmo, haja força de vontade!
Mas, nem todos conseguem ter esta determinação, não se iluda com datas, estabeleça um compromisso pessoal, pois o pior engano não vem das pessoas que tentam nos ludibriar, mas sim o nosso, enganar-se é a pior mentira que existe!

Pare de se enganar!
TRECHO DO LIVRO D.N.A DA FELICIDADE - BY RICO OURIVES - ED. PUBLIT 2010