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sábado, 17 de outubro de 2020

A Escravidão na Terra de Zumbi

Escravidão Moderna

União dos Palmares, terra da liberdade! Terra do herói negro Zumbi dos Palmares. Terra que deveria ser sinônimo e exemplo de luta e resistência aos desmandos dos senhores feudais, antigos e novos,  que de forma proposital, ainda tentam se perpetuar no poder em pleno século XXI, ainda convive com a escravidão quase total do seu povo.

O período de escravidão passou, mas parte da população não acordou para isso, vivem atrelados a quem detém o poder político e econômico; geralmente são pessoas que não têm disposição para o trabalho, que entraram numa “zona de conforto”, sendo subservientes, aos políticos assistencialistas, fazendo uso do puxa-saquismo como meio de vida e, portanto continuam sendo escravos da manutenção do poder.

Fazem parte do jogo, os contratos de trabalhos para o fortalecimento da base política. Isto é de conhecimento público. São centenas de contratos cedidos a parentes e amigos, quem está desempregado não vai recusar a oferta de emprego, é o mesmo que oferecer comida a quem está com fome, ou saúde a doente.  Assim toda família do contratado fica despojada de pudor e impregnada pelo sentimento de gratidão com o gestor e com quem o indicou. E para manter-se no cargo, necessariamente não poderá ir de encontro às posições política da gestão onde se encontra inserida. 

É perceptível a mudança de comportamento das pessoas que outrora era oposição e agora é governo. Diferente de quem é aprovado em concurso público, pois tem sua independência política, se não tem deveria ter,  não deve sua cabeça a ninguém, pode questionar e exigir melhorias. Assim, de forma indireta e inconsciente o povo tem sido escravizado politicamente e por que não dizer, em todos os sentidos.

Quem acredita na liberdade, proposta por Zumbi e na emancipação do povo ao modelo de gestão atual é sumariamente definido como oposicionista, comunista, e como tal é abominado pelo poder.

Uma coisa é certa, não temos mais Zumbi, mas temos seu exemplo de luta, coragem e determinação, que se vivo também estaria hoje lutando por concurso público, educação de qualidade, transporte gratuito para os estudantes, saúde, lazer, emprego e renda, além de transparência nos gastos do governo, no erário público.  

É hora de mudar essa história é hora de renovação, não se deixe escravizar! 
PENSE NISSO.

Professor Nivaldo Marinho.Com

     

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Escravidão Moderna na SEMED da Terra da Liberdade

"Contratado não tem vez", desabafo de um professor revoltado com a Secretaria de Educação do município.



"As eleições municipais estão por vir. Serão no dia 04 de OUTUBRO e, neste dia, eu e meus colegas CONTRATADOS podemos mostrar que temos REPRESENTATIVIDADE SIM, que é o nosso voto.

Neste dia farei uma retrospectiva de tudo que passei durante esses 4 últimos anos como professor. Lembrarei quando reclamei que não era professor de Cultura Palmarina quando complementaram minha carga horária e alguém da gestão me respondeu: é pegar ou largar. Não irei esquecer que juntamente com meus colegas fomos proibidos de fazer nossas refeições na cozinha da escola.
Lembrarei-me dos alunos na hora da merenda recebendo uma rodela de abacaxi ou então uma fatia insignificante de melancia ou ainda uma manga inchada. Não esquecerei que fui praticamente enxotado por aquela que se diz secretária de educação, quando aguardava pra saber onde havia sido lotado.

Lembrarei e jamais esqueceria que recebi o pagamento referente aos 15 dias trabalhados no mês de dezembro como se fosse uma esmola que tivesse mendigado. E como poderia esquecer que após o dia da eleição ainda terei que trabalhar 4 sábados para somar os 19 sábados que trabalharei sem ser remunerado e que o ano letivo se concluirá no final de novembro, pq contratado deu um grande prejuízo no ano passado. No dia da eleição o meu VOTO me representa.

Talvez alguém possa até me chamar de covarde por não mostrar a cara, não mostro pq tenho dois filhos que depende de mim e neste município não temos opção. Mas o verdadeiro covarde são aqueles que estão no poder explorando cidadãos como eu por um mísero salário mínimo e ainda se nega a pagar. (sic)
Seria eu covarde se esquecesse de tudo isso no dia da eleição.

Faça como eu amigo CONTRATADO.
VOTE CONSCIENTE", finaliza

Fonte: O Palmarino News

sábado, 14 de setembro de 2019

A ESCRAVIDÃO NA TERRA DE ZUMBI



União dos Palmares, terra da liberdade! Terra do herói negro Zumbi dos Palmares. Terra que deveria ser sinônimo e exemplo de luta e resistência aos desmandos dos senhores feudais, que de forma proposital, ainda tentam se perpetuar no poder em pleno século XXI, ainda convive com a escravidão quase total do seu povo. 

O período de escravidão passou, mas parte da população não acordou para isso. Vivem atrelados a quem detém o poder político e econômico; geralmente são pessoas que não têm disposição para o trabalho, que entraram numa “zona de conforto”, sendo subservientes, aos políticos assistencialistas, fazendo uso do puxa-saquismo como meio de vida e, portanto continuam sendo escravos da manutenção do poder.

Fazem parte do jogo, os contratos de trabalhos para o fortalecimento da base política. Isto é de conhecimento público. São centenas de contratos cedidos a parentes e amigos. Quem está desempregado não vai recusar a oferta de emprego, é o mesmo que oferecer comida a quem está com fome. Assim toda família do contratado fica despojada de pudor e impregnada pelo sentimento de gratidão com o gestor e com quem o indicou. E para manter-se no cargo, necessariamente não poderá ir de encontro às posições política da gestão onde se encontra inserida.

Diferente de quem é aprovado em concurso público, pois tem sua independência política, não deve sua cabeça a ninguém, pode questionar e exigir melhorias. Assim, de forma indireta e inconsciente o povo tem sido escravizado politicamente e por que não dizer, em todos os sentidos. 

Quem acredita na liberdade, proposta por Zumbi e na emancipação do povo ao modelo de gestão atual é sumariamente definido como oposicionista e como tal é abominado pelo poder. 
 Uma coisa é certa, não temos mais Zumbi, mas temos seu exemplo de luta, coragem e determinação, como bandeira para exigir concurso público, educação de qualidade, transporte gratuito para os estudantes, saúde, lazer, emprego e renda.  
        
 Sem luta, não há conquistas, pense nisso!


segunda-feira, 6 de março de 2017

Estado e município de União iniciaram hoje o ano Letivo e a renovação dos contratos de ESCRAVIDÃO MODERNA.



Após três meses fora das salas de aula, os alunos da rede municipal voltaram às aulas nessa segunda feira, 06. O governo municipal teve muito trabalho para fazer a lotação dos servidores visando atender os pré-requisitos dos candidatos, ter votado no jacaré, ter participado das caminhadas, ser indicado por um ou mais vereador e ter um currículo satisfatório, é a chamada "escravidão moderna".

O grande desafio da SEMED foi colocar os efetivos nos seus postos de trabalho e em seguida contratados deixando de fora os denominados de “os caras pretas”.  No Estado a seleção do processo de “escravidão moderna” é mais fácil, pois há uma seleção que atende aos melhores currículos.


Portanto, teve inicio o ano letivo, agora só resta desejar um bom trabalho aos servidores da educação, acompanhar e participar efetivamente da comunidade escolar fiscalizando a aplicação dos recursos do FUNDEB, o cumprimento dos 200 dias letivos, além da valorização profissional. 

sábado, 9 de janeiro de 2016

A Escravidão na Terra de Zumbi 2016

Há décadas sem a realização de concurso público, os contratos que deveriam ser de emergência se eternizaram para atendera as indicações e as barganhas políticas. A SEMED é um exemplo de cabide de emprego e trampolim político.


Mais um ano chegou com problemas velhos, se aproxima também mais um ano letivo e a reboque às preocupações dos profissionais que vivem a incerteza de renovar os seus contratos com o município, pois a cada mudança de prefeito ou de vereador novas pessoas são indicadas para os cargos.  Em União existe um Termo de Ajuste de Conduta firmado entre o governo municipal, na época assinado por Kil de Freitas e ministério público,  que objetivava a realização do concurso público em nosso município, todavia esse acordo também não foi respeitado. 

Os gestores de União tem andado na contramão nas escolhas dos secretários de educação. A formação profissional, a relação com os professores não tem sido levado em conta no critério de avaliação, na verdade a escolha se dá para atender acordos políticos firmados entre os grupos e siglas partidárias. 

O atual secretário de educação por exemplo,  é mais um que nunca atuou na educação nem em área afim, contudo está à frente da pasta mais importante e desafiadora do governo, pois o município apresenta os piores Índices de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB. Esse ano todos os municípios deverão ser novamente avaliado, contudo o resultado esperado não são nada animadores, tendo em vista à ausência de investimento, a falta de compromisso e de respeito com os educadores, além dos vícios e maus costumes impregnados  por gestores que usam a secretaria como trampolim político e moeda de troca. 

Mesmo não sendo especialista da área, o novo secretário de educação Bruno Praxedes poderá fazer diferente do que ele mesmo fez ao assumir pela primeira vez a SEMED. Já que a "Lei de responsabilidade" é usada como obstáculo para a realização do concurso público,  se o gestor tiver interesse poderá acabar com os contratos barganhados que outrora fora tão criticado por ele mesmo enquanto vereador. Basta apenas fazer uma prova de seleção levando em conta os conhecimentos, e experiencias comprovadas por currículos sem priorizar os pedidos e imposições dos políticos profissionais que ainda pissitem nessa prática de escravidão moderna.  


Portanto, nunca é tarde para fazer as coisas corretas, já é ano é novo, é hora de colocarmos em prática tudo aquilo que desejamos de bom. Não adianta falarmos de corrupção, injustiça e quando temos a oportunidade de fazer diferente, usarmos das mesmas práticas, vícios  e maus costumes. Esperamos que o nosso secretário faça diferente e valorize os profissionais da educação. Já dizia Mahatma Gandhi: Seja a mudança que você quer ver no mundo.

Diga não a escravidão.



sábado, 19 de julho de 2014

A Escravidão na Terra de Zumbi – IV

Comportamento


Após 126 anos da abolição da escravatura, ainda percebemos hábitos que nos lembra a escravidão na terra da liberdade. O assistencialismo, o comodismo das pessoas, além dos vícios e maus costumes, são fatores que evidenciam essa prática.

Os vícios estão impregnados em todas as classes sociais, há pessoas que matam e morrem por seus "padrinhos políticos", pois mamam ou já mamaram das tetas da prefeitura. São os eternos escravos do assistencialismo.  

O modelo político polarizado favorece esse tipo de comportamento. Em União dos Palmares ainda predomina os caras pretas do tempo de ARENA e MDB, hoje representado por Mano e Beto. Mudamos o prefeito, no entanto o projeto político até então é o mesmo. A diferença é que na gestão atual o povo ainda pode falar, sem medo de levar uma "chibatada"

Há décadas nosso município está em inércia, e o que nos causa arrepio, é  não existe uma perceptiva de sair desse estado. As brigas políticas de interesses pessoais superam a vontade de ver nossa cidade em desenvolvimento, o “jogo de cartas marcadas” cegam e engessam nossos gestores.

União vive a maior crise de credibilidade política de sua história, o atual  prefeito e vereadores são acusados de corrupção, existe a possibilidade de ficarmos sem representantes do poder executivo e legislativo. Há décadas nunca se viu tanto prefeito ruim nem tanto parlamentares subservientes. Até quando a comunidade vai assistir esses desgovernos em stand by!

Portanto, como dizia Silvio Sarmento, não é necessário excluirmos todos os políticos, basta apenas que eles mudem de comportamento, no entanto, se não percebemos êxito nas mudanças, ainda podemos passar tudo a limpo nas urnas, seu voto pode ser a diferença. 

terça-feira, 13 de maio de 2014

13 de maio: Abolição da Escravatura


A Lei Áurea (Lei Imperial n.º 3.353), sancionada em 13 de maio de 1888, foi a lei que extinguiu a escravidão no Brasil. Foi precedida pela lei n.º 2.040 (Lei do Ventre Livre), de 28 de setembro de 1871, que libertou todas as crianças nascidas de pais escravos, e pela lei n.º 3.270 (Lei Saraiva-Cotegipe), de 28 de setembro de 1885, que regulava "a extinção gradual do elemento servil".


Será que acabou a escravidão no Brasil?
A prática do assistencialismo ainda escraviza o povo da terra de Zumbi, nossos representantes não mostram interesses por concurso público, União um crise política onde se travou uma guerra por  projetos particulares.

Leia também:
A escravidão na terra de Zumbi

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre

domingo, 23 de março de 2014

A Escravidão na terra de Zumbi


modelo de oposição falida...



União dos Palmares, terra da liberdade! Terra do herói negro Zumbi dos Palmares. Terra que deveria ser sinônimo e exemplo de luta e resistência aos desmandos dos senhores feudais, que de forma proposital, ainda tentam se perpetuar no poder em pleno século XXI, ainda convive com a escravidão quase total do seu povo.  

O período de escravidão passou, todavia parte da população não acordou para isso, vivem atrelados a quem detém o poder político e econômico; geralmente são pessoas que não têm disposição para o trabalho, que entraram na “zona de conforto”, sendo subservientes, aos políticos assistencialistas, fazendo uso do puxa-saquismo como meio de vida e, portanto continuam sendo escravos da manutenção do poder.

Fazem parte do jogo, os contratos de trabalhos para o fortalecimento da base política. Isto é de conhecimento público. São centenas de contratos cedidos a parentes e amigos. Quem está desempregado não recusa oferta de emprego, é o mesmo que oferecer comida a quem está com fome. Assim toda família do contratado fica despojada de pudor e impregnada pelo sentimento de gratidão com o gestor e com quem o indicou. E para manter-se no cargo, necessariamente não poderá ir de encontro às posições política da gestão onde se encontra inserida.

Portanto, o concurso público pode nos proporcionar a independência política, quem é aprovado pelo mérito de seus estudos, não deve sua cabeça a ninguém, pode questionar e exigir melhorias. Assim, de forma indireta e inconsciente o povo tem sido escravizado politicamente e por que não dizer, em todos os sentidos. 
  
Os servidores contratados geralmente são usados como moeda de barganha de negociação entre os poderes legislativos e executivos. Quem apóia o governo pode indicar parente e amigos. Recentemente alguns vereadores tiveram suas indicações de  contratos encerradas, por deixar de rezar na cartilha do governo Baia. Em breve ouviremos alguns  discurso inflamáveis prometendo  mudança e chorando pelo  leite derramado, "modelo de oposição falida".

A verdade é uma só, mudaram-se os prefeitos de nossa cidade, no entanto o modelo político e os maus costumes permanecem, enquanto o povo não se educar, tomar vergonha na cara e mudar o hábito de vender o voto ou trocar por migalhas, não ficaremos livres de políticos corruptos e a terra da liberdade vai continuar escravizada.

Uma cosa é certa, não podemos deixar morrer o seu exemplo de luta, coragem e determinação deixado por Zumbi. União precisa se emancipar dos maus políticos, chega de corrupção.


domingo, 9 de março de 2014

O RELAXAMENTO DO POVO E A INÉRCIA DO GOVERNO


 “Um objeto que está em repouso ficará em repouso até que uma força desequilibradora atue sobre ele” (Isaac Newton – Lei da inércia)





Nasci em União dos Palmares, na fazenda gordo, sempre estudei em Escolas Públicas. Na minha infância, tive que trabalhar cedo. Vendi  picolé peguei carrego nas feiras de União, limpei jardins, aprendi lavar, passar e cozinhar, assim me cresci. 

Aprendi com meu pai que para vencer na vida honestamente, temos que trabalhar sair do estado inércia e ir à luta. Além desses valores, minha mãe me incentivou aos estudos, pois sempre acreditou e me fez acreditar na Educação como instrumento de emancipação.  Desde então, as dificuldades que enfrentamos se transformaram em desafios e motivos de luta e conquista.
Desde cedo, aprendi questionar e exigir direitos individuais e coletivos. Quando adolescente, sonhava em ser bancário, mas a “ciência” entrou em minha vida e me tornou PROFESSOR. Não me arrependi da escolha, pois como Professor Educador, me esforço para ser uma força transformadora desse sistema que está em repouso profundo há décadas. 
Muita gente me pergunta o que eu ganho em ir de encontro a  esse modelo imposto pelos  senhores feudais  que se acham reis e que ainda têm  poderes hereditários para  administrar nossa cidade como  “feudos”, monopolizando e escravizando os  analfabetos políticos e sustentando parasitas que ao longo do tempo se acostumaram  a  viver de favores e migalhas,  entrando na inércia do relaxamento e da omissão, onde o que importa é se dá  bem.  Por isso, eu não me acho superior às demais pessoas apenas tento fazer diferente, pois conquistei algo que ninguém pode tirar de mim: A sabedoria e o prazer em saber que estou fazendo a minha parte como cidadão  e que estou agindo com coerência,  verdade e justiça. 
“É a Lei da Inércia, que se aplica a nossas vidas: quando encontramos uma zona de conforto, é lá que, inertes, permanecemos. O curioso é que a maioria das pessoas nem percebe que está inerte” (Luciano Pires).
Enquanto nossos gestores administrarem nossa cidade com projetos particulares, deixando o povo em segundo plano, o abismo entre o desenvolvimento e o atraso só tende a crescer! É necessária a participação do povo, pois só assim poderemos quebrar essa corrente viciosa criada há décadas em nossa “terra da liberdade”. Foi assim com os movimentos das DIRETAS JÁ, com O FORA COLLOR, com A QUEDA DE DIVALDO SURUAGY, entre outros. Uma coisa é certa, SEM LUTA NÃO HÁ CONQUISTA Só assim poderemos transformar a inércia do atraso em desenvolvimento. Você pode até pensar que é utopia, mas eu acredito que se eu não alcançar esse desenvolvimento meus filhos com certeza alcançarão e poderão falar com orgulho: _ meu pai não foi um covarde, me ensinou a ser gente.
É preocupante ouvir alguém falar que não quer se envolver em política, porém se deixa levar por fichas sujas que compram votos e se elegem sem se quer mostrar a cara, e ainda tem eleitor que se gaba por ter “ganhado” cinqüenta reais.
Há décadas União dos Palmares vive um modelo de política onde existem apenas dois partidos: “os que mamam e os que querem mamar” Não vemos com clareza nenhum projeto de desenvolvimento, tudo parece ser feito na base do improviso. 
Estão levando a sério demais a lei de Isaac Newton, pararam no tempo, perderam a noção de futuro! Como tirar Alagoas desse caos, se não somos capazes de fazer o dever de casa?
Mas nem tudo está pedido.  A juventude de nossa cidade através de debates em rádios, internet, blogs e redes sociais têm mostrado de forma democrática um papel fundamental para o inicio das mudanças necessárias em nosso município. Um exemplo disso é o mesa Z programa da Rádio Zumbi, formado por jovens que de forma voluntária prestam um grande serviço à comunidade e o resultado já pode ser visto, pois vem mudando o comportamento e  a atuação dos vereadores da cidade com o acompanhamento das ações dos mesmos. E não tem sido diferente com o poder executivo, principalmente porque o grupo vem cobrando, questionando e levando propostas que visam o desenvolvimento de nossa  Cidade. Podemos dizer que é um exemplo de força desequilibradora que tenta tirar nosso município da inércia das forças do atraso.
Portanto, seja você também parte dessa força, ajude a colocar Nossa Cidade nos trilhos do desenvolvimento. Insira esses verbos em sua vida: LUTAR, EXIGIR E CONQUISTAR.
“A maior parte de sua vida é consumida com repetições, até que uma força desequilibradora tira você desse ciclo. Uma demissão. Uma promoção. Uma desilusão amorosa. Uma tragédia. 

Enquanto a força não surge, ficamos ali repetindo, repetindo, repetindo”. (Luciano Pires)



Nota: Artigo publicado em 29 de abril de 2012
 Professor Nivaldo Marinho. Com
 Opinião e Notícia, Sem Maquiagem!

Estou no twitter @nivaldo_mesaz
Face: Nivaldo Marinho


terça-feira, 17 de setembro de 2013

A Escravidão na Terra de Zumbi - III





Há muito tempo a comunidade palmarina vive desprovida de gestores comprometidos com o bem está da população, a cada ano aumenta  o abismo entre as ações do governo e o desenvolvimento sustentável no município. A cidade cresce de forma desordenada, ninguém aparenta ter conhecimento do plano diretor que deveria servir de rumo na estruturação e planejamento da cidade.

Em pleno século XXI, União dos Palmares ainda é vista  como curral eleitoral para a maioria do políticos de Alagoas, a prática é a mesma, só mudou o coronel. A necessidade de se reeleger a qualquer custo, tendo em vista a manutenção da  "impunidade parlamentar" cegam os políticos maquiavélicos que fazem de tudo em busca do poder. Estão querendo acabar com a democracia,  “as eleições agora são decididas nos tribunais”, Corremos um sério risco de perdermos o real sentido do voto. 

Enquanto situação e oposição pensarem apenas na “galinha dos ovos de ouro”, o povo continuará sofrendo e desassistido com a ausência do governo. O relaxamento do povo e a inércia do governo são alguns dos fatores que provocam este estado de abandono e miséria. União vive uma crise na identidade e na credibilidade da classe política. Mudar-se  o rótulo, mas a cachaça é a mesma.

É importante crê  na construção de um mundo melhor, todavia se faz necessário que cada cidadão cumpra com seus deveres e suas obrigações, precisamos cobrar direitos individuais e coletivos para que o governo acorde e se lembre do povo após as eleições.

Nós precisamos de um mundo melhor para todos e não apenas para meia dúzia. Não podemos viver com tanta miséria, ausente de políticas públicas sociais como, saúde, educação, segurança e acharmos que é tudo normal. Temos que dá um basta em tudo isso, precisamos inserir esses verbos em nossa vida, LUTAR, EXIGIR , CONQUISTAR e RENOVAR.

Pense Nisso.