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sábado, 9 de julho de 2016

AGRADECIMENTO PELO O APOIO E PELA AS ORAÇÕES!!!

Carlo da Umes

Naturalmente, tudo na vida tem uma tendência para dar errado se ficarmos inertes. Quando nascemos, se não chorarmos, não conseguiremos respirar. Esse já é o anúncio do que vem a ser a vida. E pior ainda, além da vida se anunciar com o choro, já começamos uma contagem regressiva, pois começamos a morrer no instante mesmo em que nascemos.

Por isso, a única coisa que nos resta é nos movermos e agradecer a Deus todo poderoso pela felicidade de está vivo. Não podemos ficar parados! Precisamos lutar pela vida, não podemos ficar à deriva, vivendo por inércia. A vida é trágica, é curta, mas é também bela e muito preciosa. Devemos agarrá-la com unhas e dentes e viver cada momento com vontade, com força, com ânimo, com entusiasmo. Na vida, até para ser triste é preciso ter vontade de ser feliz. Viver é sentir a vida com sinceridade, com verdade, com amor, é a melhor maneira de agradecer a todos os amigos e amigas, familiares que fizeram suas orações, ligaram e deixaram palavras de conforto para me alegrar, após o acidente que aconteceu comigo no ultimo dia 06/07 na cidade Branquinha.

Mas a única coisa que tenho que lembrar neste momento é de agradecer a DEUS pela oportunidade de estar vivo e não de procurar culpas. Tudo tem o seu porquê!. Obrigado Senhor! E a todos os amigos e amigas que ligaram para deixa suas palavras de conforto.
União dos Palmares, 08 de julho de 2016.

CARLOS DA UMES


domingo, 9 de agosto de 2015

A caderneta vermelha revela a face do pai que não conhecíamos

REFLEXÃO

O carteiro estendeu o telegrama.
José Roberto não agradeceu e enquanto abria o envelope, uma profunda ruga sulcou- lhe a testa. Uma expressão mais de surpresa do que de dor tomou- lhe conta do rosto. Palavras breves e incisas.
Seu pai faleceu. Enterro 18horas. Mamãe;
Jose Roberto continuou parado, olhando para o vazio.
Nenhuma lágrima lhe veio aos olhos, nenhum aperto no c oração. Nada!
Era como se houvesse morrido um estranho. Por que nada sentia pela morte do velho?
Com um turbilhão de pensamentos confundido- o, avisou a esposa, tomou o ônibus e se foi, vencendo os silenciosos quilômetros de estrada enquanto a cabeça girava a mil.
No íntimo, não queria ir ao funeral e, se estava indo era apenas para que a mãe não ficasse mais amargurada.
Ela sabia que pai e filho não se davam bem.

A coisa havia chegado ao final no dia em que, depois de mais uma chuva de acusações, José Roberto havia feito as malas e partido prometendo nunca mais botar os pés naquela casa.
Um emprego razoável, casamento, telefonemas à mãe pelo Natal, Ano Novo ou Páscoa... Ele havia se desligado
da família não pensava no pai e a última coisa que desejava na vida era ser parecido com ele.

O velório:
Poucas pessoas. A mãe está lá, pálida, gelada, chorosa. Quando reviu o filho, as lágrimas correram silenciosas, foi um abraço de desesperado silêncio. Depois, ele viu o corpo sereno envolto por um lençol de rosas vermelho - como as que o pai gostava de cultivar.
José Roberto não verteu uma única lágrima, o coração não pedia. Era c omo estar diante de um desconhecido um
estranho, um...

O funeral:
O sabiá cantando, o sol se pondo e logo tudo terminou. José ficou em c asa com a mãe até a noite, beijou- a e prometeu que voltaria trazendo netos e esposa para      conhecê-la. Agora, ele poderia voltar à casa, porque aquele que não o amava, não estava mais lá para dar- lhe conselhos ácidos nem para criticar- lo.
Na hora da despedida a mãe colocou- lhe algo pequeno e retangular na mão – Há mais tempo você poderia ter recebido isto - disse. - Mas, infelizmente só depois que ele se foi eu encontrei entre os guardados mais importantes...

Foi um gesto mecânico que, minutos depois de começar a viagem, meteu a mão no bolso e sentiu o presente. O foco mortiço da luz do bagageiro, revelou uma pequena   caderneta de capa vermelha. Abriu- a curioso.
Páginas amareladas. Na primeira, no alto, reconheceu a caligrafia firme do pai:      “Nasceu hoje o José Roberto.
Quase quatro quilos! O meu primeiro filho, um garotão! Estou orgulhoso de ser o pai daquele que será a minha continuação na T erra!”.
À medida que folheava, devorando cada anotação, sentia um aperto na boca do estomago, mistura de dor e perplexidade, pois as imagens do passado ressurgiram firmes e atrevidas como se acabassem de acontecer!
“Hoje, meu filho foi para escola. Está um homenzinho! Quando eu o vi de uniforme, fiquei emocionado e desejeilhe um futuro cheio de sabedoria. A vida dele será diferente da minha, que não pude estudar por ter sido obrigado a ajudar meu pai. Mas para meu filho desejo o melhor. Não permitirei que a vida o castigue”.
Outra página – “Roberto me pediu uma bicicleta, meu salário não dá, mas ele merece porque é estudioso e esforçado. Fiz um empréstimo que espero pagar com horas extras”.
José Roberto mordeu os lábios. Lembrava- se da sua intolerância, das brigas feitas para ganhar a sonhada bicicleta. Se todos os amigos ricos tinham uma, por que ele também não poderia ter a sua?
E quando, no dia do aniversário, a havia recebido, tinha corrido aos braços da mãe sem sequer olhar para o pai.
Ora, o “velho” vivia mal- humorado, queixando- se do cansaço, tinha os olhos sempre vermelhos... e José Roberto detestava aqueles olhos injetados sem jamais haver suspeitado que eram de trabalhar até a meia- noite para pagar
a bicicleta... !
“Hoje fui obrigado a levantar a mão contra meu filho! Preferia que ela tivesse sido         cortada, mas fui preciso tentar chamá-lo á razão, José Roberto anda em más                     companhias, tem vergonha da pobreza dos pais, e se não disciplinar, amanhã será um marginal.”
“É duro para um pai castigar um filho e bem sei que ele poderá me odiar por isso; entretanto, devo educá-lo para seu próprio bem.”
“Foi assim que aprendi a ser um homem honrado e esse é o único modo que sei de ensiná-lo”.

José Roberto fechou os olhos e viu toda a cena quando por causa de uma bebedeira, tinha ido para a cadeia.
Naquela noite, se o pai não tivesse aparecido para impedi-lo de ir ao baile com os amigos...
Lembrava- se apenas do automóvel retorcido e manchado de sangue que tinha batido contra uma árvore.. .
Parecia ouvir sinos, o choro da cidade inteira enquanto quatro caixões seguiam lugubremente para o cemitério.

As páginas se sucediam com ora curtas, ora longas anotações, cheias das respostas que revela o quanto, em silêncio e amargura, o pai o havia amado. O “velho” escrevia de madrugada.
Momento da solidão, num grito de silêncio, porque era desse jeito que ele era, ninguém o havia ensinado a chorar e a dividir suas dores, o mundo esperava que fosse durão para que não o julgassem nem fraco e nem covarde.
E, no entanto, agora José Roberto estava tendo a prova que, debaixo daquela fachada de fortaleza havia um coração tão terno e cheio de amor

A ultima pagina. Aquela do dia em que ele havia partido:
- “Deus, o que fiz de errado para meu filho me odiar tanto? Por que sou considerado     culpado, se nada fiz, senão tentar transformá-lo em um homem de bem?”
“Meu Deus, não permita que esta injustiça me atormente para sempre. Que um dia ele possa me compreender e perdoar por eu não ter sabido ser o pai que ele merecia ter.”
Depois não havia mais anotações e as folhas em branco davam a idéia de que o pai tinha morrido naquele momento.

José Roberto fechou depressa a caderneta, o peito doía. O coração parecia haver    crescido tanto, que lutava para escapar pela boca. Nem viu o ônibus entrar na rodoviária, levantou aflito e saiu quase correndo porque precisava de ar puro para respirar.
A aurora rompia no céu e mais um dia começava. “Honre seu pai para que os dias de sua velhice sejam tranqüilos!” - certa vez ele tinha ouvido essa frase e jamais havia refletido na profundidade que ela continha. Em sua egocêntrica cegueira de        adolescente, jamais havia parado para pensar em verdades mais profundas.
Para ele, os pais eram descartáveis e sem valor como as embalagens que são atiradas ao lixo. Afinal, naqueles dias de pouca reflexão tudo era juventude, saúde, beleza, musica cor, alegria, despreocupação, vaidade. Não era ele um semideus? Agora, porém, o tempo o havia envelhecido fatigado e também tornado pai aquele falso herói.
De repente. No jogo da vida, ele era o pai e seus atuais contestadores. Como não havia pensado nisso antes?
Certamente por não ter tempo, pois andava muito ocupado com os negócios, a luta pela sobrevivência, a sede de passar fins de semana longe da cidade grande, a vontade de mergulhar no silêncio sem precisar dialogar com os filhos.

Ele jamais tivera a idéia de comprar uma cadernetinha de capa vermelha pala anotar uma a frase sobre seus herdeiros, jamais lhe havia passado pela cabeça escrever que tinha orgulho daqueles que continuam o seu nome.
Justamente ele, que se considerava o mais completo pai da T erra?
Uma onda de vergonha quase o prostrou por terra numa derradeira lição de humildade. Quis gritar, erguer procurando agarrar o velho para sacudi-lo e abraçá-lo, encontrou apenas o vazio.

Havia uma raquítica rosa vermelha num galho no jardim de uma c asa, o sol acabava de nascer. Então, José Roberto acariciou as pétalas e lembrou- se da mãozona do pai podando, adubando e cuidando com amor. Por que nunca tinha percebido tudo aquilo antes?
Uma lágrima brotou como o orvalho, e erguendo os olhos para o céu dourado, de repente, sorriu e desabafou- se numa confissão aliviadora: - “Se Deus me mandasse escolher, eu juro que não queria ter tido outro pai que não fosse você velho! Obrigado por tanto amor, e me perdoe por haver sido tão c ego.”

(Para quem já teve e para quem tem pai. Homenagem de: Luiz Carlos Moratelli )

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Não tem dinheiro que pague nem lembrança que apague um lugar especial

Vende-se, Olavo Bilac



Certa vez, um grande amigo do poeta Olavo Bilac queria muito vender uma propriedade, de fato, um sítio que lhe dava muito trabalho e despesa. Reclamava que era um homem sem sorte, pois as suas propriedades davam-lhe muitas dores de cabeça e não valia a pena conservá-las. Pediu então ao amigo poeta para redigir o anúncio de venda do seu sítio, pois acreditava que, se ele descrevesse a sua propriedade com palavras bonitas, seria muito fácil vendê-la.

      E assim Olavo Bilac, que conhecia muito bem o sítio do amigo, redigiu o seguinte texto:

 "Vende-se encantadora propriedade onde cantam os pássaros, ao amanhecer, no extenso arvoredo. É cortada por cristalinas e refrescantes águas de um ribeiro. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranquila das tardes, na varanda."

   Meses depois, o poeta encontrou o seu amigo e perguntou-lhe se tinha vendido à propriedade.

      "Nem pensei mais nisso", respondeu ele. "Quando li o anúncio que você escreveu, percebi a maravilha que eu possuía." 



VERDADE!
Não tem dinheiro que pague nem lembrança que apague um lugar especial, pertinho da natureza.

sábado, 18 de julho de 2015

Uma força insuperável



Conta-se de um próspero fazendeiro, dono de muitas propriedades e que estava gravemente enfermo. Algo que lhe preocupava muito era o clima de desarmonia que reinava entre seus filhos. Pensando em dar-lhes uma lição, ele chamou os quatro para fazer-lhes uma revelação importante.
Ao chegarem à casa do pai, o viram sentado numa cadeira de balanço. O pai chamou-os para mais perto e comunicou-lhes a seguinte decisão:
- Como vocês sabem, eu estou velho, cansado e creio que não me resta muito tempo de vida. Por isso, chamei-os aqui para avisá-los que vou deixar todos os meus bens para apenas um de vocês.
Os filhos, surpresos, se entreolharam e ouviram o restante que o pai tinha, ainda, para lhes dizer:
- Vocês estão vendo aquele feixe de gravetos ali, encostados naquela porta? Aquele que conseguir partir o feixe ao meio, apenas com as mãos, este será meu herdeiro.
Cada um deles teve sua chance de tentar quebrar o feixe, mas nenhum, por mais esforço que fizesse, foi bem sucedido na sua tentativa. Indignados com o pai, que lhes propusera uma tarefa impossível, começaram a reclamar.
Foi nesse momento que o fazendeiro pediu o feixe para si e afirmou que ele mesmo o quebraria. Incrédulos, os deram o feixe para o pai, que foi retirando, um a um, os gravetos, quebrando-os, separadamente, até não mais restar um único inteiro. Depois, ele concluiu:
- Eu não tenho o menor interesse em deixar os meus bens para só um de vocês. Eu, quero na verdade, que vocês, juntos, sejam os sucessores do meu trabalho, com garra, dedicação e, acima de tudo, repletos de amor uns pelos outros.
Disse ainda:
- Enquanto vocês estiverem unidos, nada poderá por em risco tudo que construí para vocês. Nada, nem ninguém os quebrará. Mas, separadamente, vocês serão tão frágeis quanto cada um desses gravetos.
Esse, então, é o moral de nossa história: assim como os gravetos formam um feixe difícil de ser partido, da mesma maneira o ser humano ao ajudar o próximo, seguirá muito mais longe do que ao se guiar pelo famoso “cada um por si e Deus por todos”.


Fonte: http://shakyamuni.net.br/2010/08/10/fabula-espiritual/

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Coração

Por Manoel Simeão Moreira



O coração enquanto parte do nosso corpo nos dá vida, nos mantém vivo, enquanto lugar de sentimentos é um lugar desconhecido, lugar belo, abstrato, inexplicável e que nos traz infinitas emoções.

O Coração não escolhe a quem amar, de repente dá um instalo e assim nos deparamos seduzidos e amando as pessoas mais improváveis, pessoas que estão distantes, pessoas perto, pessoas amigas, pessoas proibidas, mas amando, um coração amante.

O coração nos traz momentos de bem estar, encantos, fascinações e alegrias, pelo amor que trazemos no peito por alguém, pela musa de toda a nossa inspiração, de minha inspiração, torna esse alguém o centro do nosso mundo, de meu mundo que é você... E esta emoção se faz tão forte e tão presente que vinte e quatro horas do dia humano se faz pouco, insuficiente para se pensar naquela amada pessoa, essa linda pessoa que é você.

[...] Mas o coração que se apaixona sem escolher a quem, esquece-se de deixar uma porta de saída quando esse amor não dá certo, é platônico, de uma parte, saida para não sofrermos quando alguém que amamos já tem outra pessoa, já ama a outro e quando passamos por momentos amargos de não poder dizer a pessoa que se ama desse amor, que às vezes é tão impossível é tão desmedido, mas é docemente louco, om e avassalador. Nisso cito uma música do cantor José Augusto que diz: "AGORA AGUENTA CORAÇÃO JÁ QUE INVENTOU ESSA PAIXÃO, EU TE FALEI QUE TINHA MEDO AMAR NÃO É NENHUM BRINQUEDO. VOCÊ APRONTA QUE VOCÊ SOU EU".

Motivo maior que machuca o coração se faz quando a pessoa amada sabe desse sentimento e nos trata com indiferença, com desdém, como se amá-la fosse o pior dos pecados e erros a estar cometendo , como diz os poetas o coração não escolhe a quem amar e quando nos apaixonamos por uma amiga ou alguém proibido ai é docemente doloroso, dor que só passa quando vemos a pessoa durante o dia e sentimos pelo menos seu cheiro e sua presença através de uma foto, fala ao telefone ou temos a oportunidade de pelo menos pegar em sua mão.

Por tudo isso digo que o CORAÇÃO é traiçoeiro e docemente fascinante e o que faz bater e dá vida a meu viver é esse amor que sinto por você.

Livro Fantasias e Ilusões (02/12/2012) 

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Ela...

Por Manoel Simeão Moreira

Manoel Simeão
Ela quando solta os cabelos, quando sorrir, quando anda, quando gesticula, quando fala com aquela voz suave e linda, quando vez por outra me encara nos olhos e me faz gelar; Quando é atenciosa comigo, quando é enigmática e fria, quando divaga em seus pensamentos, quando me deixa feliz sem nem perceber, quando mostra a sua personalidade forte, quando expressa sua intelectualidade;

Quando se apresenta uma menina e uma mulher linda, nesses instantes que ela está exercendo, sem saber, para mim, o papel do ser mais belo, maravilhoso e que amo muito, ser que me atrai!

Não devia sentir isso por ela, mas quem manda no coração? E nos sentimentos? Tudo nela é lindo... Eu a amo e sou fascinado por ela. Ela é um amor platônico, é algo impossível e vários fatores contribuem para que nessa Vida  nunca possamos estarmos juntos , sei que esse amor só existe e existirá para mim, na minha história, no mundo dos meus sonhos.

Eu e ela somos em tudo o contrário. Somos como o sol e a lua, como os extremos da terra, como a bela e a fera, como o corcunda de Notredame ea sua paixão pela bela parisiense, vivemos na contramão um do outro, torcemos por diferentes coisas e vivemos momentos existenciais diferentes.

Ela... é ,mais linda e distante estrela do universo de minha vida, estou tão perto dela e ao mesmo tempo  encontro-me há milhões de anos-luz dela.

É curioso como ela me encanta e atraí, pois nunca nem sequer a abracei, nem se quer a beijei no rosto... Houve em alguns momentos apenas uns apertos de mãos um tocar nela involuntário e em todos esses anos, no máximo um beijo em sua mão por uma ocasião especial... Um sentar perto. Pouca vezes tenho a alegria e a espontaneidade dela, tenho mais a sua frieza e indiferença, talvez por ela perceber esse meu fascínio, esse meu sentimento desmedido, mas com tudo isso...essa menina, essa mulher morena bela é o que traz vida à minha vida.

Ela é muito bela, é completa, é alguém que de tão magnitude não tenho as palavras certas para expressar tão grandiosidade e beleza, é alguém que não sei porque entrou em minha vida se estamos destinados a caminhos completamente diferentes, só sei que a amo, infinitamente a amo, assim é ela para mim.

Livro Fantasias e Ilusões/2006

quarta-feira, 30 de julho de 2014

NUNCA DESISTA, LUTE!


 momento marcado para eternidade


No mundo sempre existem pessoas que vão te amar pelo que você é e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo.  Acostume-se, quem ama não ver defeito, quem odeia não ver qualidades e quem é amigos ver as duas coisas.

Então antes de falar escute, antes de escrever pense, antes de julgar espere, antes de orar perdoe. 

Ame as pessoas e a trate bem como se fosse sua família, você é especial, verdade.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

E Você??????

Por Rico Ourives




Você sonha com um mundo diferente, mais justo, com menos desigualdade, respeito mútuo, pessoas educadas e empáticas, mas e você?
O que tem feito para este mundo melhorar?
Tem sido honesto, ético, responsável, justo?
Tem manifestado amor no seu dia a dia?

Você sonha com pessoas que só fazem o bem, sem crimes, maldade, e ai e você?
Tem feito o bem?
Ajudado ao próximo?

Você tem se preocupado com o mundo que deixaremos para nossos filhos, mas quando você irá se preocupar com os filhos que estamos deixando para nosso mundo?
Qual a educação que tem praticado em casa?
Quais valores têm ensinado as nossas crianças?

Você deseja um mundo sem corrupção, mas e você tem sido corrupto?
Não dá aquela gorjeta para que lhe favoreçam algo?
Não compra cd pirata?
E a propina para não ser multado?

Você deseja que seu marido seja mais amável contigo, mais companheiro, amigo e fiel, mas e você tem oferecido estas coisas a ele?
É fácil exigir das pessoas, mas será que oferecemos na mesma proporção?
É fácil critica as coisas, mas ser exemplo será que é fácil?

A mudança do mundo começa por nós, somos responsáveis pela nossa casa, por nossa comunidade e nossa cidade, você talvez reclame da poluição, dos rios sujos, do eco sistema se degradando, porém, compra produtos que agridem o meio ambiente, sacolas plásticas, joga lixo nas ruas, desperdiça água, se a mudança não começar por ti então estas reclamações serão inócuas, sem valor, ficarão apenas na esfera das palavras.

Pedir paz, e não a praticá-la é como dizer:
- Faça o que mando, mas não faça o que faço!
Exigir honestidade dos políticos, porém vender seu voto é como deixar a chave da prisão com os presos!
Só têm traficantes, pois tem pessoas que compram seus produtos...
Só existem pistoleiros, pois tem gente que paga para matar gente...
Só tem ladrões, pois tem pessoas que compram suas mercadorias roubadas...

É fácil sonegar tributos, copiar livros sem autorização, utilizar da esperteza, a malandragem imperar, então não reclame deste mundo tenebroso, sem valores, onde matam por apenas R$ 10,00, tiram vidas por um celular, agridem por opção sexual, ofendem pela posição social, raça, religião, intolerância a flor da pele, é esse o fruto em cadeia, se planto malandragem, colheremos o que vemos hoje na sociedade.

A fofoca existe, pois alguém escuta e repassa à notícia, a corrupção está enraizada no dia a dia, pois o corrupto faz acordo com o corrompido, é fácil a lógica, tudo depende de você, tu fizeres a tua parte, certamente o seu mundo será muito melhor!


A corrente do bem demora muito mais pra frutificar, pois seus frutos são de excelência, os frutos do mal propagam com mais rapidez, então amigo, o que deseja para seu mundo?

Fonte: DNA da felicidade

domingo, 19 de janeiro de 2014

Rua Sem Nome, Barraco Sem Número

Gog

Ei, voltar lá, acho que não sei
Não sei se foi verdade ou se sonhei
Sei que foi lindo ver crianças se divertindo
Pessoas se cumprimentando sorrindo
Elas nunca partiam se ausentavam
Passava o tempo, mais experiente voltavam
O anjo da vida havia vencido o vilão
Todos sabiam, a Bíblia tinha razão

Os rios cristalinos, espetáculo visual, divino!
Flores, figos nas margens colhidos
Nas avenidas todos os sinais fechavam
Os vidros se abriam todos se congratulavam
Idosos em casa, crianças na escola
O salário do trabalho não era esmola
Cada pessoa, todo ser valorizado, intrigas deixadas de lado

Sucos de cajá, umbu e graviola, faliu a poderosa Coca Cola
E o que é melhor, sem causar desemprego
Agricultura, pecuária não eram segredos
Geladeiras cheias, abarrotadas
Difícil era manter as portas fechadas

Engraçado, não vi chaves nem cadeados
Bancos, senadores, presidentes, deputados
Uma única lei,  termina a sua, começa a minha vez
Diversão para todos sem distinto
Altos parques, altos bares, altas boates
O que é aquilo? As pessoas raramente mandavam cartas
Matavam a saudade indo à pessoa amada
Eu conto essa história às pessoas acham o cúmulo
Rua sem nome, barraco sem número


Um bom lugar...

domingo, 5 de janeiro de 2014

QUE TIPO DE VENDEDOR TU ÉS?

Existem dois tipos de vendedores, os comuns, que são os atendentes, os tiradores de pedidos, os que vivem para pagar contas.


Este tipo de vendedor se contenta em apenas cumprir a meta da empresa, está preocupado em sobreviver, em se manter empregado apenas!

Ele usa a empresa como mecanismo para pagar as contas, sobreviver, por não achar nada melhor, se mantém firme forte tirando o lugar de outros que poderiam render mais.

O segundo tipo de vendedor é o de sucesso, o que utiliza seu trabalho como mecanismo para realizar sonhos, este não se contenta em cumprir as metas da empresa, ele tem suas metas pessoais!

Existe um mar de medíocres, 90% são vendedores comuns, que não se importam se fecharam a venda ou não, não se preocupam com trabalho em equipe, não fazem nada além do que é sua obrigação, e ainda tem a capacidade de criticar aqueles que são extremamente comprometidos.

Invejam, criticam, reclamam, e desejam mal aos vendedores de sucesso, atribuem o sucesso alheio a apenas sorte, subestimando a capacidade alheia, sendo que o certo seria se espelhar naquele que faz sucesso, aprender com os que sabem mais.

O profissional de sucesso tem como característica fundamental a vontade de crescer, de fazer algo a mais, não se conformar com o pouco, exceder seus limites, este entende que é muito melhor ele fadigado de trabalhar, mas com dinheiro no bolso, do que ficar estressado pela ausência de dinheiro.

O vendedor deve entender que o dinheiro não é que traz felicidade, mas é uma ferramenta poderosa para realizar sonhos, ele faz sua história, ganha o quanto deseja ganhar, é ilimitado!

Um vendedor não pode se contentar com a negativa de negócio de seu cliente, deve ser ousado e jamais ter medo de solicitar o fechamento do negócio, acreditar em si próprio, utilizar suas técnicas a fim de otimizar seus resultados, transformar um NÃO em SIM!
Vendedor é aquele que fecha negócios com qualidade, dentro dos limites éticos, gerando lucratividade para a empresa!


Não tem como ser mais ou menos, ou tu és, ou não é!

E ai caro leitor, qual tipo de profissional tu és?

Fonte: dnafelicidadeblogspot.com.br