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sábado, 4 de junho de 2022

Zé Claudino, o bom malandro.

 Lembranças do Passado...

Eu estudei entre os anos de 1976 e 1979, no Colégio Santa Maria Madalena, na época; o único colégio particular da cidade; frequentado pelos estudantes de classe média da região e alguns estudantes bolsistas.

Na sétima série, chegou um novo aluno na minha sala. Era um negro baixo e gordo, muito mais velho do que a maioria dos alunos da sala por nome de José Claudino da Silva Filho, tendo o pai o mesmo nome e a sua mãe chamava-se Benedita; e que residiam na Rua Legião Brasileira (como ele mesmo dizia), quando alguém se referia ao logradouro como “atrás do mercado”. De família humilde, Zé Claudino frequentava a escola com uma bolsa doada pelo diretor, o Sr. José Correia Viana.  O pai sapateiro e mãe doméstica viviam na labuta diária com mais três filhos, sendo mais um homem e duas mulheres.

Logo se enturmou e era amigo de todos, pois sabia cativar as pessoas com o seu esplendoroso senso de humor, que fazia com que todos gostassem de ficar perto dele. No recreio, depois do lanche, os mais chegados, se reuniam em torno dele para ouvir mais um sessão de piadas e causos.  A zoeira era total! E só acabava quando tocava a sineta para voltarmos à sala de aula.

O “Negão”, como eu o chamava era muito boa gente. Gostava de aguardente e de um “baseado”, mas bem reservado. Curtia o “barato” dele sem mexer com ninguém.  Mas gostava de aprontar com os amigos.

Às sextas-feiras, à noite, nas biroscas e banca de feras ao lado do mercado municipal, várias pessoas iam comer o delicioso sarapatel, degustando uma cachaça temperada, com ervas e frutas da região.

Conta-se que certa vez um estudante de medicina, trouxe para casa, uma orelha humana para fins de estudo. Chegando em casa ,deixou os livros e foi, como de costume, comer um sarapatel e sorver algumas doses de aguardente, jogando conversa fora e, com ele levou a orelha. Aproveitando a distração, Zé Claudino retirou a orelha do bolso do acadêmico, cortou em pequenos pedaços e misturou ao sarapatel que fora servido pela proprietária do estabelecimento comercial. Todos que estavam ali comeram da inusitada iguaria, mas dessa vez reclamando que tinha alguns pedaços que não teria cozinhado direito.

Depois de muito sarapatel com cachaça, o futuro médico deu por falta da orelha e começaram a procurar enquanto o sacana do Zé Claudino, às gargalhadas dizia: Vocês comeram a orelha do defunto!

Não sei a explicação que o estudante deu ao seu mestre sobre o paradeiro da orelha, só sei que naquele dia vários dos participantes da farra, passaram a noite colocando o dedo na goela, para regurgitar a iguaria escabrosa.

Foram muitas estórias com esta em que contamos com a participação do bom malandro Zé Claudino, sobretudo porque a amizade dele perpassou os muros do colégio.

Com a família, mudou-se para Maceió. Neste período, envolveu-se com drogas e com o tráfico e depois soubemos com muito pesar do desaparecimento dele. Não sei ainda informar se encontraram o corpo para fazer um sepultamento digno

Sinto saudade do amigo Zé Claudino, o cara que era tão bem humorado que ria da sua própria situação. Da falta de dinheiro, da desordem da sua casa, do extremo nível de pobreza. Este era Zé Claudino, o bom malando.

Joaquim Maria


sábado, 21 de maio de 2022

BANHOS NO RIO MUNDAÚ

Lembranças do passado

Por Joaquim Maria





De rio caudaloso e limpo a um depósito de esgotos e detritos provenientes das casas e da agroindústria canavieira; hoje o nosso Rio Mundaú se convalesce, destinado a morrer pelo abandono e a ganância dos homens.

O rio nasce na cidade de Garanhuns no vizinho estado de Pernambuco e em Rocha Cavalcante, recebe as águas do Rio Canhoto, que banha a cidade de São José da Laje e segue seu martírio até desaguar na lagoa de mesmo nome, na nossa capital.

Tenho lembranças dos passeios, banhos e pescaria nas águas límpidas do nosso Mundaú. Nas suas margens, a mata ciliar servia de proteção. Tinha árvores nativas como a ingazeira; pois além de dá os seus frutos; uma vargem que contém uma polpa, de textura macia, envolta numa semente; branca e de uma doçura inigualável; e que também bondosamente nos cedia a sua sobra, para nos livrar dos raios mais quentes do sol.

O povo se servia das águas do nosso rio para os momentos de lazer. Nos fins de semana muitas pessoas chegavam à beira do rio. Era um verdadeiro mar na nossa cidade de tão grande que era o volume de água. Quase embaixo da ponte, próximo ao centro da cidade, tinha a pedra do jacaré; aonde a maioria das pessoas iam se banhar. Na época mais seca, os colegas jogavam bola no “areião”, ilha que se formava no meio do rio, o que era um privilégio para a garotada da Rua da Ponte e Jatobá; os maiores freqüentadores do campinho improvisado de verão. Mesmo assim, na seca; a água continuava a correr forte e veloz por toda a extensão do rio.

Tomei muitos banhos na Terra Cavada, Ilhota, Cabral, no Choque, nomes de algumas praias do nosso velho rio.
Outro fato importante era a quantidade de peixes e crustáceos que existia no Mundaú. Tinha acaris, piabas, jundiás, carás, traíras, camarões, pitus; que era uma espécie de camarão de grande porte e de casca mais resistente, sendo um dos pratos mais requisitados e caros da culinária ribeirinha. Atualmente os peixes praticamente acabaram.

Muitas famílias da nossa cidade tiravam o seu sustento das águas do grande rio, com a venda e o consumo dos peixes.

Infelizmente o Rio Mundaú está morrendo. Já não tem a mesma força de outrora.  A poluição tomou conta daquele que era o berço de vida e também de lazer para o povo palmarino.

domingo, 15 de maio de 2022

O RELAXAMENTO DO POVO E A INÉRCIA DO GOVERNO


 “Um objeto que está em repouso ficará em repouso até que uma força desequilibradora atue sobre ele” (Isaac Newton – Lei da inércia)



Professor Nivaldo Marinho.  Foto: J Marcelo.


Nasci em União dos Palmares, na fazenda gordo, sempre estudei em Escolas Públicas. Na minha infância, tive que trabalhar cedo. Vendi  picolé peguei carrego nas feiras de União, limpei jardins, aprendi lavar, passar e cozinhar, assim me cresci. 

Aprendi com meu pai que para vencer na vida honestamente, temos que trabalhar sair do estado inércia e ir à luta. Além desses valores, minha mãe me incentivou aos estudos, pois sempre acreditou e me fez acreditar na Educação como instrumento de emancipação.  Desde então, as dificuldades que enfrentamos se transformaram em desafios e motivos de luta e conquista.
Desde cedo, aprendi questionar e exigir direitos individuais e coletivos. Quando adolescente, sonhava em ser bancário, mas a “ciência” entrou em minha vida e me tornou PROFESSOR. Não me arrependi da escolha, pois como Professor Educador, me esforço para ser uma força transformadora desse sistema que está em repouso profundo há décadas. 
Muita gente me pergunta o que eu ganho em ir de encontro a  esse modelo imposto pelos  senhores feudais  que se acham reis e que ainda têm  poderes hereditários para  administrar nossa cidade como  “feudos”, monopolizando e escravizando os  analfabetos políticos e sustentando parasitas que ao longo do tempo se acostumaram  a  viver de favores e migalhas,  entrando na inércia do relaxamento e da omissão, onde o que importa é se dá  bem.  Por isso, eu não me acho superior às demais pessoas apenas tento fazer diferente, pois conquistei algo que ninguém pode tirar de mim: A sabedoria e o prazer em saber que estou fazendo a minha parte como cidadão  e que estou agindo com coerência,  verdade e justiça. 
“É a Lei da Inércia, que se aplica a nossas vidas: quando encontramos uma zona de conforto, é lá que, inertes, permanecemos. O curioso é que a maioria das pessoas nem percebe que está inerte” (Luciano Pires).
Enquanto nossos gestores administrarem nossa cidade com projetos particulares, deixando o povo em segundo plano, o abismo entre o desenvolvimento e o atraso só tende a crescer! É necessária a participação do povo, pois só assim poderemos quebrar essa corrente viciosa criada há décadas em nossa “terra da liberdade”. Foi assim com os movimentos das DIRETAS JÁ, com O FORA COLLOR, com A QUEDA DE DIVALDO SURUAGY, entre outros. Uma coisa é certa, SEM LUTA NÃO HÁ CONQUISTA Só assim poderemos transformar a inércia do atraso em desenvolvimento. Você pode até pensar que é utopia, mas eu acredito que se eu não alcançar esse desenvolvimento meus filhos com certeza alcançarão e poderão falar com orgulho: _ meu pai não foi um covarde, me ensinou a ser gente.
É preocupante ouvir alguém falar que não quer se envolver em política, porém se deixa levar por fichas sujas que compram votos e se elegem sem se quer mostrar a cara, e ainda tem eleitor que se gaba por ter “ganhado” cinqüenta reais.
Há décadas União dos Palmares vive um modelo de política onde existem apenas dois partidos: “os que mamam e os que querem mamar” Não vemos com clareza nenhum projeto de desenvolvimento, tudo parece ser feito na base do improviso. 
Estão levando a sério demais a lei de Isaac Newton, pararam no tempo, perderam a noção de futuro! Como tirar Alagoas desse caos, se não somos capazes de fazer o dever de casa?
Mas nem tudo está pedido.  A juventude de nossa cidade através de debates em rádios, internet, blogs e redes sociais têm mostrado de forma democrática um papel fundamental para o inicio das mudanças necessárias em nosso município. Um exemplo disso é o mesa Z programa da Rádio Zumbi, formado por jovens que de forma voluntária prestam um grande serviço à comunidade e o resultado já pode ser visto, pois vem mudando o comportamento e  a atuação dos vereadores da cidade com o acompanhamento das ações dos mesmos. E não tem sido diferente com o poder executivo, principalmente porque o grupo vem cobrando, questionando e levando propostas que visam o desenvolvimento de nossa  Cidade. Podemos dizer que é um exemplo de força desequilibradora que tenta tirar nosso município da inércia das forças do atraso.
Portanto, seja você também parte dessa força, ajude a colocar Nossa Cidade nos trilhos do desenvolvimento. Insira esses verbos em sua vida: LUTAR, EXIGIR E CONQUISTAR.
“A maior parte de sua vida é consumida com repetições, até que uma força desequilibradora tira você desse ciclo. Uma demissão. Uma promoção. Uma desilusão amorosa. Uma tragédia. 

Enquanto a força não surge, ficamos ali repetindo, repetindo, repetindo”. (Luciano Pires)



Nota: Artigo publicado em 29 de abril de 2012
 Professor Nivaldo Marinho. Com
 Opinião e Notícia, Sem Maquiagem!

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sexta-feira, 1 de abril de 2022

O único título




A narrativa de Lucas, demasiadamente conhecida, é impressionante. O filho, que pedira antecipação da herança, dissipou tudo, ficou sem nada, resolveu voltar e o pai deu um banquete por esse regresso, enfrentando a cólera do irmão mais velho, que havia ficado todo o tempo com ele e nunca tivera festa igual.

Pensemos no filho pródigo não no final de sua desventura, quando voltou, e foi abraçado pelo pai, apesar das censuras do irmão. Pensemos nele enquanto estava longe. Quando usou a herança e a dissipou entre as vaidades do mundo e caiu na miséria, na tristeza e na solidão. Como se sentia ele, no íntimo, quando estava no fundo do poço? O que pensava, como a si mesmo se via?

Lá está ele, longe de tudo, longe de casa, longe da segurança e da fartura da família, longe do aconchego. O que ele tem? Não tem mais nada, gastou tudo, estragou, dissipou, desperdiçou. Só lhe restam lembranças. De fato, ele só tem a consciência de que é filho do pai. É seu único bem, seu único título, seu único valor. Não tem boas ações a exibir, não tem vitórias, êxitos, glórias a mostrar. Não tem mais patrimônio, não tem bens, não tem nada. A única coisa que tem é a certeza de que é filho. Pode ser que o pai não o receba, não o reconheça, não reconstitua sua posição – e ele, de fato, não merece. E, sinceramente, nem imagina isso, não sonha com isso. Quer, regressando, ficar apenas como empregado na casa do pai, e isso não estará errado – está na linha do que ele veio aprontando, e ele está conformado com esse destino. Ao decidir voltar, não pode ter certeza de nada, nenhuma esperança. Não pode esperar ser bem acolhido, não se pode imaginar de novo no velho convívio. Apenas volta – e volta mais do que humilde, volta humilhado. Volta envergonhado, volta despedaçado. Muito mais do que arrependido, volta arrasado, destroçado, aniquilado. Mas volta porque é filho, embora confesse sinceramente saber que “já não sou digno de ser chamado teu filho”; dentro de si mesmo, está reconhecendo: “teu filho que não merece nada, não merece teu perdão, nem tua generosidade, nem tua acolhida, nem sequer teu nome”. Pede para ser tratado apenas como um empregado do pai, um dos mercenários dele.

No fundo, o único título que ele tem é o de ser filho daquele pai. É por isto que pede para ficar como empregado, não por conta de sua competência ou de suas habilidades. É por conta de sua condição de filho que pede o emprego. No fim de contas, é assim que se apresenta, com este único título. E o que não diz, mas está subentendido, é que, como filho, ama o pai.

E o pai – contra talvez a justiça, contra talvez a boa ordem, contra talvez a correta retribuição das coisas (como o filho fiel, o mais velho, dirá, reclamando) – o abraça, não apenas porque é generoso mas porque está sumamente feliz. E os dois intensamente choram. Choram de dor e de felicidade.

(Pode ser que este seja o único título com que muitos de nós nos apresentaremos um dia diante d'Ele: o de sermos seus filhos).

*      José Luiz Delgado
Professor de Direito da UFPE
*      Fonte: Diário de Pernambuco


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Sessão Ordinária da Câmara Municipal de União dos Palmares Sessão 07/2022

 


14 de fevereiro de 2022

Início: 19h30minh

Presidida por Sandro Jorge

 

Vereadores presentes:

·         Manoel Messias da Silva (PSD)

·         Sandro Jorge da Silva (MDB)

·         Emanoel Balbino da Silva – Dé (PSD) -

·         Givanildo Vicente de Melo (PTB)

·         Carlo Roberto Correia Basílio - Macarrão (PSL)

·         Wellington Ferreira dos Santos (PROS)

·         Givanildo Gomes da Silva (Nenzinha) (PSL)

·         Paulo Alves Cavalcanti Neto (PSD)

·         Almir Belarmino da Silva

·         Manoel da Silva – Preguinho

·         Edmilton Correia da Silva (PROS)

·         Marcos Filho (CIDADANIA)

·         Jailson Vicente Melo (MDB)

·         José Leonardo da (SOLIDARIEDADE)

·         José Marcio

Vereadores Faltosos: 

 Justificativa das faltas:  

Desconto por falta:

Desconto por falta acumulado: 18.900,00

Ata: aprovada sem discussão

 

Expediente da semana:  

Emenda modificativa ao artigo 4º da lei orçamentária que limita o valor da redistribuição de parcelas e remanejo em 10%;

Emenda supressiva ao projeto lei orçamentária: suprime o 5º artigo que trata do o remanejamento de recursos “em excesso de arrecadação” (36:32)

Projeto de lei do Poder Executivo que dispõe sobre a redução de crédito tributada e não tributados referente ao alvará da associação dos taxistas dos anos 2020, 21 e 22; (aprovado sem discussão)

 

 

 

Ordem do dia:

Requerimento do vereador Macarrão para a Secretaria de esporte solicitando a construção de uma quadra poli esportista em Rocha Cavalcanti;

Requerimento do vereador José Marcio para a Secretaria de educação solicitando a implantação de um café da manha para os alunos; (Aprovado sem discussão) 1:01

Justificativa: As crianças têm passado mal com fome na escola pela ausência do café da manha

Requerimento do vereador José Marcio para a SMTT solicitando uma placa de sinalização maior no sinal da rodoviária;

Requerimento do vereador José Marcio para a SEINFRA solicitando a limpeza do córrego no nova esperança

Requerimento do vereador José Marcio para a SEINFRA solicitando a implantação de um ponto de ônibus no conjunto Nova Esperança, próximo a igreja assembléia de Deus;

 

Facultada a palavra

Professara Meirinha solicita apoio dos parlamentares, a fim de mediar com o prefeito a fim a negociação do salário base dos professores;

Manoel Messias

Ofício para o prefeito solicitando que no momento da negociação com o prefeito incluísse também a melhoria do professor contratado;

Marcos Filho

Requerimento para a guarda municipal solicitando o retorno da guarda para a feira;

 

 

Termino da sessão: 21h00minh


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Sessão Ordinária da Câmara Municipal de União dos Palmares Sessão 06/2022

 



07 de fevereiro de 2022

Início: 19h30minh

Presidida por Sandro Jorge

 

Vereadores presentes:

·         Manoel Messias da Silva (PSD)

·         Sandro Jorge da Silva (MDB)

·         Emanoel Balbino da Silva – Dé (PSD) -

·         Givanildo Vicente de Melo  (PTB)

·         Carlo Roberto Correia Basílio - Macarrão (PSL)

·         Wellington Ferreira dos Santos (PROS)

·         Givanildo Gomes da Silva (Nenzinha) (PSL)

·         Paulo Alves Cavalcanti Neto (PSD)

·         Almir Belarmino da Silva

·         Manoel da Silva – Preguinho

·         Edmilton Correia da Silva (PROS)

·         Marcos Filho (CIDADANIA)

·         Jailson Vicente Melo (MDB)

·         José Leonardo da (SOLIDARIEDADE)

·         José Marcio

Vereadores Faltosos:  07 faltas

 Justificativa das faltas:  não houve

Desconto por falta: 6.300,00

Desconto por falta acumulado: 18.900,00

Ata: aprovada sem discussão

 

Expediente da semana:  

Ofício da secretaria de saúde informando prestação de contas das ações dos 1º e 2º quadrimestre informa ainda que prestará contas em audiência na câmara no dia 15/02.

Ofício da secretaria de saúde informando que a secretaria está enviando a demanda de pacientes de hemodiáse para a sesau-al

Ofício da secretaria de saúde informando que a construção de uma UBS No nova esperança é inviável no momento;

Ofício da secretaria de saúde informando já dispõe dos serviços de atendimento de síndrome gripal;

Projeto de lei do Poder Executivo que dispõe sobre a redução de crédito referente ao alvará da associação dos taxistas dos anos 2020, 21 e 22;

Projeto de lei do Poder Executivo que dispõe sobre

Ordem do dia:

Requerimento do vereador Marcos Filho para a Secretaria de administração solicitando a aquisição de 04 motos a fim de servir aos guardas municipais concursados;

Justificativa: tem poucos guardas para atender a demanda das escolas e uma viatura não dar conta;

 

Facultada a palavra

Marcos Filho

Ofício de pesar a sua família pela morte de sua avó Manoel Leite;

José Marcio

Agradece os 129 votos e diz que está à disposição do povo;

O presidente Sandro diz que prioriza a paz no plenário

 

Termino da sessão: 20h30minh

 

 


terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Inaugurado, nunca utilizado e destruído...

 Ou seja, dinheiro público jogado Fora!



Posto de informação: construído e destruído na administração de Kil de Freitas

No seu lugar foi erguida uma estátua de Zumbi. Boa Iniciativa, mas não pode ser esquecido que a "casinha" foi construída com recursos públicos.

O Posto de Informação só funcionou na sua inauguração, de lá para cá, nada. Digo isso não fazendo uma crítica, simplesmente pela sua derrubada, mas para que fique o alerta que outros, "Elefantes Brancos" possam ser construídos, como outros que já foram construídos e destruídos, em nossa cidade e ficou por isso mesmo.

Dessa forma o Posto de Informações entra para a História de União na galeria daquilo que nunca funcionou a exemplo de: Ponte (passarela) no rio Cana Brava que serviria para ser à entrada da cidade, Feira do Gado, Piscina Semiolímpica, Santa Fé...

Espero que a estátua fique realmente boa, interessante e, principalmente, visível, e não acabe às margens da BR 104 e entrada da cidade passando despercebida, seja pelo seu tamanho, seja pela falta de iluminação.

Fonte: acorda União, publicado em dezembro de 2011
Foto e texto: Sergio Rogério.