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sábado, 11 de julho de 2015

Candidatos desconhecem a função do vereador e do prefeito na terra da liberdade

A "cegueira da intendência" parece tomar conta dos candidatos eleitos ao assumir o poder


A crise ética estabelecida na política nacional e em particular no município de União dos Palmares, tornou o Poder Legislativo e Executivo incrédulos para a sociedade. Os vereadores não transmitem segurança em suas ações, a maioria vive de políticas assistencialistas e poucos conhecem as suas próprias prerrogativas como parlamentares.
 
Plenário da Câmara Municipal de União dos Palmares
Durante a campanha é comum ouvirmos dos candidatos a vereador promessas de melhorias na saúde, educação e segurança, além de pagar água, luz, bujão e outros “favores” para o eleitor, mostrando total despreparo para o cargo. O eleitor por sua vez, acostuma-se com a política assistencialista e ao bater na porta do candidato eleito, quando receber o primeiro não, diz que o vereador não serve para nada, ou seja, poderemos ter vereadores e eleitores viciados e alheios as suas prerrogativas.

Os vereadores que deveriam elaborar leis, fiscalizar as condutas político-administrativas da prefeitura, julgar prefeito, vice-prefeito e outros vereadores em processos de cassação, preferem se aliar ao prefeito a fim se manter com regalias e realizar seus projetos individuais. O prefeito que deveria ser um administrador dos serviços públicos, sancionar e revogar projetos aprovados pela Câmara, defender o interesse público, acompanhar a execução de programas, administrar os recursos provenientes de impostos, reivindicar e firmar convênios para o município entra no jogo e nas políticas dos maus costumes por ter vendido a alma para chegar ao poder.

Portanto, precisamos conhecer de perto nossos representantes, se ele é alheio aos problemas da sociedade, nunca deu uma palavra em defesa do povo, não será depois de eleito que irá mudar.

PENSE NISSO. 

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