terça-feira, 23 de junho de 2026
segunda-feira, 15 de junho de 2026
Origem do Bairro de Fátima – União dos Palmares
A expansão urbana de União dos Palmares ainda é um tema a ser bastante estudado, haja vista que as informações repassadas muitas vezes não se sustentam em documentos. Uma dessas situações é o início do povoamento do Bairro de Fátima, o qual, por informações obtidas na legislação municipal é possível afirmar que se iniciou antes de 1964.
A primeira menção legislativa ao Bairro de Fátima se encontra na Lei Municipal nº 260, de 30 de novembro de 1964. A legislação trata sobre um crédito especial para pagamento de um terreno pertencente ao Sr. José Luciano da Silva para criação de acesso da Rua Tavares Bastos ao Núcleo Residencial Bairro de Fátima.
Embora até 2022 às ruas do Bairro de Fátima sejam conhecidas como Grupos A, B, C, D e E; já no ano de 1981 algumas leis municipais deram início a denominação dos logradouros. A Lei 597/81 deu o nome de "Ubirajara de Magalhães Lopes" ao Grupo A. O Grupo B se tornou "Amaro Lopes Ferreira" pela Lei 598/81. "Adelaide Leite dos Santos" foi o nome dado pela Lei 599/81 ao Grupo C. Por fim, o Grupo D foi denominado "José Hélio Cordeiro Lins" pela Lei 600/81.
Esses nomes duraram pouco tempo, em 08.11.1984 a Lei 661/84 alterou todos os nomes e deu nome ao Grupo E, então sem nome. Dispôs à lei as seguintes nomenclaturas: Alfredo Gomes da Silva (A), Miguel Medeiros Costa (B), Leomar Valderez de Medeiros Tavares (C), Valdecí Bastos Pereira (D) e Edna de Albuquerque Marques (E).
No ano de 2001 duas leis municipais modificaram os nomes dos logradouros ainda conhecidos como Grupos B e E. O Grupo B passou a ser a Rua José de Assis dos Santos (Lei Municipal 966/2001) e o Grupo E se transformou na Rua Jazon Marculino Azevedo (Lei Municipal 967/2001).
Os limites territoriais do Bairro de Fátima foram definidos na Lei Municipal nº 1073/2006 (Plano Diretor).
Pesquisa e Texto: Bruno César Monteiro
Imagens:
Livro de Leis Arquivo da Procuradoria-Geral do Município
#registroslegislativos
#uniaodospalmares #leis #bairrodefatima
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sábado, 13 de junho de 2026
terça-feira, 9 de junho de 2026
Padre Lidio José foi nomeado o novo Pároco da Paróquia de Santa Luzia - União dos Palmares
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| Sonia, Pe. Lídio e Nivaldo |
Nesse final de semana tivemos a alegria de conhecer Padre Lídio, na paroquia de Santo Amaro em Paripueira - AL. Padre Lidio deverá substituir Padre Carlos na Paróquia de Santa Luzia, em União dos Palmares, enquanto Padres Carlos servirá na paróquia de São Sebastião no Tabuleiro do Pinto em Rio Largo – AL. Seja bem vindo!
Deus abençoe e ilumine as missões de nossos padres, Deus
seja louvado!
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Felicidadesss Mateus!
quarta-feira, 29 de abril de 2026
TODAS AS PROVAS DO ENEM COMENTADAS
Crique e baixe todas as provas do ENEM comentadas
Bons estudos! Prof. Nivaldo Marinho
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domingo, 26 de abril de 2026
O trem que transportava e dividia as "classes sociais" em União dos Palmares
Por Joaquim Maria
terça-feira, 21 de abril de 2026
Aprendemos a trabalhar na infância
“Temos que trabalhar para termos as coisas”, sempre ouvimos isso de nosso pai, Antenor de Aguiar Marinho. Seu Atenor, como era conhecido, era agricultor, homem da roça, trabalhador de mão cheia. Seu dia de serviço era trocado por dois ou três de outros trabalhadores, no regime de troca de diárias, cultura da zona rural. Nos falava com orgulho que aos 12 anos já possuía um cavalo baixeiro e selado, fruto de seu trabalho no campo. Dessa forma, eu e meus irmãos Francisco, Quitéria, Pedro (in memória), Esíquio e Cristina crescemos tendo essa referência de trabalho digno e honesto.
Minha mãe, professora Mariné
Vieira, sempre foi um exemplo de mulher guerreira, de luta por direitos
individuais e coletivas, seu lema sempre foi: LUTAR, EXIGIR E CONQUISTAR. Teve
uma presença marcante na luta pela educação no município e no Estado de Alagoas.
Sempre nos orientou acerca da importância do estudo, pois a educação nos
emancipa, nos liberta. Assim me fiz crescer, casar com minha amada Sonia, temos
dois lindos filhos ( Gabriel e Mateus) trabalhando, estudando e também lutando
por direitos individuais e coletivos.
O fato de estar sempre
cobrando políticas públicas de qualidade e igualitárias dos gestores, sempre
fui visto como o cara do contra, o “cara preta”. Na terra de Zumbi, o normal ou
o mais comum, não é lutar por concurso público, mas ficar bajulando e puxando
saco de político a fim de conquistar um contrato de trabalho e viver
escravizado por toda a vida ou até durar o mandato do capitão do mato camuflado
de gestor. Já tivemos muitos desse tipo.
Portanto, não me arrependo de
ter ouvido os conselhos de meus pais, pois o trabalho e a educação dignificam o
homem. A partir dos 12 anos tive minha primeiras experiencias de trabalho:
Vendi picolé, peguei carrego na feira, fui jardineiro, vendedor de leite
inatura a granel porta a porta, auxiliar de cozinha, limpei casa, fui garçom no
bar da casa velha, auxiliar de biblioteca da ETFAL, atualmente ainda sou professor
na ativa e há quatro anos Deus me convidou e eu aceitei ser catequista em minha
Igreja Católica Apostólica Romana. Só benção!
Gratidão a todos os meus
professores e minha família.
Obrigado Deus!




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