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sexta-feira, 24 de julho de 2026

Primeira turma da UNEAL antiga FUNESA em União dos Palmares

Lembranças e saudades dessa turma maravilhosa.
Cheirooo no coração meu povo bonito!





A primeira turma da Funesa (UNEAL) de União dos Palmares, foi matriculada em 1988 e  teve sua  formatura em 2002, na gestão do prefeito Afrânio Vergetti. A priori o objetivo do convênio entre o Estado de Alagoas e o municipio de União era criar uma extensão do curso de letras visando à formação de apenas 50 professores, todavia essa turma foi uma semente plantada que deu origem a educação universitária no zona da mata.

O convênio
Na época o convênio foi firmado entre a prefeitura de União através do prefeito Afrânio e o governador Manoel Gomes de Barros. O Estado firmou o compromisso de pagar a folha salarial dos professores do quadro. O  município se comprometeu com  o prédio, a alimentação dos professores de Arapiraca e assumiu o salario dos professores contratados.

Turma pioneira
A primeira turma enfrentou mil desafios com a falta de professores, de livros, material didático, além da falta de um local fixo para os estudos. Durante o periodp de formação, foram vários os despejos, outrora os univiersitários  chegaram  a estudar em praça pública. Os problemas aumentaram com a formação de novas turmas, pois o compromisso de Afrânio teria sido com a formação de apenas uma turma.

A formatura
A formatura foi à realização do sonho de muitos professores ao conseguir a formação superior, inclusive o meu sonho, pois fui um dos alunos pioneiro dessa turma. A partir dessa formação vieram novas turmas com novos sonhos e novas metas, dentre elas a aquisição do terreno e a construção do prédio da Uneal que hoje é uma realidade, graças ao empenho do Professor Jairom Campos, que junto com a comunidade estudantil não mediu esforços para consquistar e construir a primeira Universidade  no município.   Foram dias de luta que graças a Deus, valeu a pena.  

LUTAR, EXIGIR E CONQUISTAR! 
Este sempre foi o nosso lema. 


quarta-feira, 22 de julho de 2026

Relembre Padre Donald no Dia de Santa Madalena


Padre canadense marcou época junto aos católicos e adquiriu respeito de todas as religiões

Padre Donald Macgillivray de origem canadense substituiu o Padre Tetuliano Passos Lima que era pároco de São José da Laje e assumiu também a Paróquia de Santa Maria após o falecimento do Monsenhor Clovis Duarte. Na sucessão dos religiosos a comunidade assistiu uma renovação da Igreja Católica que começou sua modernização na época do Padre Donald como era conhecido mas faleceu como Monsenhor.
É uma história bonita e deixa para a posteridade um exemplo de homem, religioso e filantropo. Deixou obras de importância para o município a exemplo da Organização Mirim de União dos Palmares fundada pelo então Juiz da Comarca Dr. Jairo Mais Fernandes, a empresaria Rosiete Acioli e a sociedade local.
Era filantropo. Pessoas pobre recorriam a sua magnitude e bondade e comovido com os mais necessitados muitas vezes tirava do seu pouco salário dinheiro para ajudar os pobres. Arquitetou o hoje conhecido Bairro Sagrada Família outrora conhecido como Mutirão e a Vila Papa Paulo VI em Rocha Cavalcante. Coordenou a construção da nova Igreja Matriz e arrebatou dezenas de fieis que haviam deixado a pratica católica. Ainda hoje milhares de pessoas sentem falta de seus sermões e de seus sábios conselhos. Era cidadão palmarino por outorga da Câmara Municipal de Vereadores. 
Seu passamento deixou um marco indelével de humildade e bondade que perdurará por muito tempo na memória da gente da Terra de Jorge de Lima e Povina Cavalcante. Os mais antigos acreditam que do Céu onde ele está ela ainda hoje vela pela terra do seu coração União dos Palmares.
Em sua homenagem hoje no Dia de Santa Maria Madalena comemorado no mundo inteiro, esta homenagem e a repetição da Santa Católica cuja paróquia o acolheu aqui no Brasil. Saudades, padre Donald.
Fonte: Do cruzterrasanta.com.br e Redação Agência Tribuna


terça-feira, 21 de julho de 2026

Feliz Aniversário Padre Emílio

 

D: Padre Emilio 
A comunidade palmarina sauda Padre Emilio por mais um ano de vida (84 anos). Somos gratos por sua missão evangelizadora em nossa cidade. Deus continue lhe  abençoando!

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Os Conselhos do Padre Cícero

 

foto: internet

Quem matou não mate mas

Quem roubou não roube mais

Romeiro de verdade

Vive na fraternidade

 

Jesus cristo no calvário

A Deus pai se entregou

Vencendo a maldade

Seu amor ele provou

 

No exemplo de Maria

Que a todos perdoou

Da morte de seu filho

Ela nunca se vingou

 

Combate à injustiça

É um dever do cristão

Não é a violência

Que resolve a questão

 

A fraqueza do pequeno

É viver na solidão

Unidos somos forte

No amor e no perdão

 

Viver a fraternidade

É como água no sertão

Fecunda a semente

Do amor no coração

 

Ai chegar no juazeiro

Tomei a resolução

De seguir os conselhos

Do padrinho Cicero Romão

 

Ofereço este bendito

Ao meu padrinho conselheiro

Deu a palavra certa

Pra sair do cativeiro

 


sexta-feira, 17 de julho de 2026

"UMA CAMPANHA CONTRA A INVERSÃO DE VALORES E A FAVOR DA FAMÍLIA E DE UM MUNDO MELHOR!!!"



É EM CASA que as crianças devem aprender a dizer:
01 - Bom Dia
02 - Boa Tarde
03 - Boa Noite
04 - Por Favor
05 - Com Licença
06 - Me Desculpe
07 - Me Perdoe
08 - Muito Obrigado
09 - Grato
10 - Errei

É EM CASA que também se aprende:
01 - Ser honesto
02 - Ser pontual
03 - Não xingar
04 - Ser solidário
05 - Respeitar a todos: amigos, colegas, idosos, professores, autoridades

Também EM CASA é que se aprende:
01 - A comer de tudo
02 - A não falar de boca cheia
03 - A ter higiene pessoal
04 - A não jogar o lixo no chão
05 - Ajudar os pais nas tarefas diárias
06 - A não pegar o que não é seu

Ainda EM CASA é que se aprende:
01 - A ser organizado
02 -  A cuidar das suas coisas
03 - Não mexer nas coisas dos outros
04 - Respeitar regras, usos e costumes
05 - Amar a Deus

Porque NA ESCOLA os professores devem ensinar:
Matemática
Português
História
Geografia
Língua Estrangeira
Ciências
Química
Física
Biologia
Filosofia
Sociologia
Educação Física
Artes
E apenas reforçam o que o aluno aprendeu EM CASA!!!

NA ESCOLA NÃO se aprende sobre:
1 - Sexo
2 - Ideologia de Gênero
3 - Ativismo LGBT
4 - Comunismo
5 - Esquerdismo
6 - Islamismo
Porque com o que se aprendeu EM CASA respeita-se tudo e todos.


sexta-feira, 26 de junho de 2026

AGENDA SEMANAL DA CAPELA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA - UNIÃO DOS PALMARES

 




MELHORES AMIGOS


Hoje eu estava na cidade de Panelas-PE atendendo um cliente e este senhor chegou com o seu cavalo e sua carroça carregada de areia fina... quando iniciou a descarregar, começou uma forte chuva, logo, todos correram para se abrigar, mas não esse homem. Com a chuva forte e seu cavalo ficando agitado, ele apenas o abraçou e ficou lá por todo o tempo que a chuva se manteve forte (e estava muito forte). Quando passou a chuva ele percebeu que eu estava olhando para ele, sorriu e me disse: tenho que proteger meu melhor amigo né?


Moral da história: em tempos de fortes chuvas, não esqueça daqueles que te ajudaram nos dias de sol!

Fonte: facebook

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Origem do Bairro de Fátima – União dos Palmares

 



A expansão urbana de União dos Palmares ainda é um tema a ser bastante estudado, haja vista que as informações repassadas muitas vezes não se sustentam em documentos. Uma dessas situações é o início do povoamento do Bairro de Fátima, o qual, por informações obtidas na legislação municipal é possível afirmar que se iniciou antes de 1964.

A primeira menção legislativa ao Bairro de Fátima se encontra na Lei Municipal nº 260, de 30 de novembro de 1964. A legislação trata sobre um crédito especial para pagamento de um terreno pertencente ao Sr. José Luciano da Silva para criação de acesso da Rua Tavares Bastos ao Núcleo Residencial Bairro de Fátima.

Embora até 2022 às ruas do Bairro de Fátima sejam conhecidas como Grupos A, B, C, D e E; já no ano de 1981 algumas leis municipais deram início a denominação dos logradouros. A Lei 597/81 deu o nome de "Ubirajara de Magalhães Lopes" ao Grupo A. O Grupo B se tornou "Amaro Lopes Ferreira" pela Lei 598/81. "Adelaide Leite dos Santos" foi o nome dado pela Lei 599/81 ao Grupo C. Por fim, o Grupo D foi denominado "José Hélio Cordeiro Lins" pela Lei 600/81.

Esses nomes duraram pouco tempo, em 08.11.1984 a Lei 661/84 alterou todos os nomes e deu nome ao Grupo E, então sem nome. Dispôs à lei as seguintes nomenclaturas: Alfredo Gomes da Silva (A), Miguel Medeiros Costa (B), Leomar Valderez de Medeiros Tavares (C), Valdecí Bastos Pereira (D) e Edna de Albuquerque Marques (E).

No ano de 2001 duas leis municipais modificaram os nomes dos logradouros ainda conhecidos como Grupos B e E. O Grupo B passou a ser a Rua José de Assis dos Santos (Lei Municipal 966/2001) e o Grupo E se transformou na Rua Jazon Marculino Azevedo (Lei Municipal 967/2001).

Os limites territoriais do Bairro de Fátima foram definidos na Lei Municipal nº 1073/2006 (Plano Diretor).

Pesquisa e Texto: Bruno César Monteiro

Imagens: Livro de Leis Arquivo da Procuradoria-Geral do Município

#registroslegislativos #uniaodospalmares #leis #bairrodefatima

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terça-feira, 9 de junho de 2026

Padre Lidio José foi nomeado o novo Pároco da Paróquia de Santa Luzia - União dos Palmares

Sonia, Pe. Lídio e Nivaldo

Nesse final de semana tivemos a alegria de conhecer Padre Lídio, na paroquia de Santo Amaro em Paripueira - AL. Padre Lidio deverá substituir Padre Carlos na Paróquia de Santa Luzia, em União dos Palmares, enquanto Padres Carlos servirá na paróquia de São Sebastião no   Tabuleiro do Pinto em Rio Largo – AL. Seja bem vindo!

Deus abençoe e ilumine as missões de nossos padres, Deus seja louvado!


segunda-feira, 25 de maio de 2026

Felicidadesss Mateus!

 Deus te abençoe e lhe dê muitos anos de vida!

Parabéns!

Por onde andares, lembre-se que tens uma familia que te ama muito.
Cheirrooooo no coração


domingo, 26 de abril de 2026

O trem que transportava e dividia as "classes sociais" em União dos Palmares

Lembranças do Passado...




Durante décadas aqui no Brasil, muita gente viajou de trem pela extinta Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima (RFFSA).

Aqui em União dos Palmares, o principal trecho da linha férrea ligava a capital alagoana à pernambucana; necessário ao intercambio interestadual, de estudantes e principalmente de comerciantes; pois estes procuravam as capitais para encontrara as mercadorias mais baratas e que podiam repassar aos consumidores locais com um preço melhor, preservando um lucro substancial.

Entretanto a chegada do trem na nossa estação era motivo de festa e confraternização entre as pessoas. Muitos chegavam e muitos partiam sem saber se voltariam a rever a sua terra natal. Nestes casos era grande a comoção dos familiares e amigos, porque muitas pessoas sabiam que estava vendo o seu ente querido pela última vez.

Na minha infância, viajei muitas vezes a Maceió, na companhia dos meus pais, que eram comerciantes, para adquirir mercadorias, comprarem roupas, sapatos para o uso pessoal e utensílios domésticos, no comércio da nossa capital.

Mas me recordo com saudade das viagens que fiz neste meio de transporte, porque naquela época, só havia estrada afastada, para quem morava em União e queria ir até Maceió, só a partir de Messias, na BR 101; o que tornava a nossa viagem de carro, uma grande aventura; porque tínhamos que pegar um trecho de estrada carroçável de péssima qualidade; principalmente no inverno.
Todavia a nossa viagem começava em União, onde esperávamos o trem vindo de Recife.

Antes disso, as pessoas esperavam o trem na estação, acomodados na sala de espera e até no pátio, pois este momento servia para colocar a conversa em dia; pois os passageiros eram na maioria das vezes os mesmos.

As passagens eram compradas na própria estação e o ticket era um cartão grosso de forma retangular para os adultos e para as crianças, como no meu caso; pagava-se meia passagem, o que no bilhete, diferenciava-se por causa do corte em diagonal.

A composição era formada por uma locomotiva, um ou dois vagões de carga e uns dez vagões de passageiros. Havia a primeira e a segunda classe. Na primeira classe, as poltronas eram acolchoadas, individual; lembro-me que era de cor azul e reclinável, para o conforto do usuário, pois a viagem demorava cerca de 3 horas. Na segunda classe a poltrona era feita de madeira, onde em uma única poltrona viajavam dois passageiros e sem o conforto da primeira classe. As janelas eram duplas. Na primeira parte o passageiro poderia fechar só a janela de vidro, para apreciar a paisagem da zona da mata alagoana, compreendida pelos os imensos canaviais e pelas as culturas de subsistência como mandioca, milho e feijão. A outra opção seria fechar além da janela de vidro a de madeira; para escurecer o ambiente, necessário para quem queria tirar um cochilo. Na primeira classe, os passageiros tinham a opção de comprar lanches, composto por refrigerantes, cafés, sanduiches e bolos; servidos pelos funcionários da ferrovia.

A saída de União se dava, com o toque no sino da estação e posteriormente com dois apitos agudos, dado pelo guarda ferroviárioque acompanhavam a composição. Logo após a partida havia a supervisão das passagens, feita pela equipe de cobradores, que viajavam, conferindo ou vendendo os tickets aos passageiros que porventura não tivesse comprado no guichê da estação. A conferência era feita com a perfuração das passagens, por uma espécie de alicate que os funcionários carregavam nos bolsos do seu fardamento de cor azul.

Ao longo do trajeto, havia as paradas nas estações de cada povoado e cidade por onde passava o nosso trem. Depois de União, a composição não parava; mas diminuía a velocidade na Usina Laginha, para que as pessoas pudessem embarcarno trem em movimento, coisa inconcebível para os dias de hoje; por causa da segurança. As próximas paradas eram nas cidades de Branquinha, no povoado Nincho, Murici, povoado Itamaracá, povoado Lourênço de Alburquerque, Rio Largo, Satuba, Bebedouro e finalmente Maceió.

O retorno a nossa cidade se dava por volta das 17 horas da estação de Maceió e com a chegada prevista para as 20 horas.

A viagem era um acontecimento prazeroso e ao mesmo tempo uma necessidade da época; onde os meios de transporte e principalmente as estradas asfaltados eram coisa de cidades e estados mais desenvolvidos.

Por Joaquim Maria

terça-feira, 21 de abril de 2026

Aprendemos a trabalhar na infância

 


“Temos que trabalhar para termos as coisas”, sempre ouvimos isso de nosso pai, Antenor de Aguiar Marinho. Seu Atenor, como era conhecido, era agricultor, homem da roça, trabalhador de mão cheia. Seu dia de serviço era  trocado por dois  ou três de outros trabalhadores, no regime de troca de diárias, cultura da zona rural.  Nos falava com orgulho que aos 12 anos já possuía um cavalo baixeiro e selado, fruto de seu trabalho no campo. Dessa forma, eu e meus irmãos Francisco, Quitéria, Pedro (in memória), Esíquio e Cristina crescemos tendo essa referência de trabalho digno e honesto.

 

Minha mãe, professora Mariné Vieira, sempre foi um exemplo de mulher guerreira, de luta por direitos individuais e coletivas, seu lema sempre foi: LUTAR, EXIGIR E CONQUISTAR. Teve uma presença marcante na luta pela educação no município e no Estado de Alagoas. Sempre nos orientou acerca da importância do estudo, pois a educação nos emancipa, nos liberta. Assim me fiz crescer, casar com minha amada Sonia, temos dois lindos filhos ( Gabriel e Mateus) trabalhando, estudando e também lutando por direitos individuais e coletivos.

 

O fato de estar sempre cobrando políticas públicas de qualidade e igualitárias dos gestores, sempre fui visto como o cara do contra, o “cara preta”. Na terra de Zumbi, o normal ou o mais comum, não é lutar por concurso público, mas ficar bajulando e puxando saco de político a fim de conquistar um contrato de trabalho e viver escravizado por toda a vida ou até durar o mandato do capitão do mato camuflado de gestor. Já tivemos muitos desse tipo.

 

Portanto, não me arrependo de ter ouvido os conselhos de meus pais, pois o trabalho e a educação dignificam o homem. A partir dos 12 anos tive minha primeiras experiencias de trabalho: Vendi picolé, peguei carrego na feira, fui jardineiro, vendedor de leite inatura a granel porta a porta, auxiliar de cozinha, limpei casa, fui garçom no bar da casa velha, auxiliar de biblioteca da ETFAL, atualmente ainda sou professor na ativa e há quatro anos Deus me convidou e eu aceitei ser catequista em minha Igreja Católica Apostólica Romana. Só benção!

Gratidão a todos os meus professores e minha família.

Obrigado Deus!


terça-feira, 14 de abril de 2026

Prefeitura de União recebe recursos a fim de pavimentar estradas vicinais

 PORTAL DA TRANSPARÊNCIA

Foto: BR 104

A Prefeitura de União dos Palmares- AL, recebeu do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional em março/2026 o valor de   382.471,20 referente a uma parcela do convênio 44873/2023 que tem um total de  1.912.356,00.

O objetivo do recurso prevê a pavimentação e manutenção em estradas vicinais no município de União dos Palmares/AL.

 

Órgão Superior: Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional

Convenente: MUNICIPIO DE UNIAO DOS PALMARES

Valor Total: 1.912.356,00

Data da Última Liberação: 11/03/2026

Valor da Última Liberação: 382.471,20

 

Fonte: Equipe do Portal da Transparência - CGU

http://www.portaldatransparencia.gov.br

 


MINISTÉRIO DA CULTURA ENVIOU 100 MIL REAIS PARA ASSOCIACAO ADAPO DA COMUNIDADE MUQUEM EM JAN/2026

PORTAL DA TRANSPARÊNCIA
Foto: Instagran ADAPO

A Associação ADAPO da comunidade Muquém de União dos Palmares, recebeu do ministério da cultura o valor de cem mil reais, através do convênio número: 062423/2025
O objetivo do recurso se deve a realização do evento cultural denominado: Concurso Beleza Negra do Quilombo Muquém 2026, na Comunidade Quilombola Muquém, em Uniao dos Palmares, Estado de Alagoas, voltado a promoção da Diversidade Cultural Brasileira, com foco na valorização da identidade afro-brasileira, da estética negra e do fortalecimento da autoestima e do protagonismo da juventude quilombola.

 

Órgão Superior: Ministério da Cultura

Convenente: ASSOCIACAO ADAPO DA COM MUQUEM DE REMANESCENTES QUILOMBOLAS DE U DOS PALMARES - AL

Valor Total: 100.000,00

Data da Última Liberação: 28/01/2026

Valor da Última Liberação: 100.000,00

Fonte: Equipe do Portal da Transparência - CGU

http://www.portaldatransparencia.gov.br

 


 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

A criação da Paróquia de Santa Maria Madalena – União dos Palmares

 

Foto: Arquivo Maria Mariá

Arquivos registros legislativos

No século XVIII a Vila da Imperatriz foi instalada, mas eclesiasticamente continuou ligada a Vila de Atalaia, isso causava incômodo, pois enquanto não existisse paróquia no local, os eleitores da vila continuariam votando na freguesia de Nossa Senhora das Brotas em Atalaia. Foi assim que em dezembro de 1831, na sessão do Conselho Geral da Província tratou pela 1ª vez da criação de freguesias nos termos de Atalaia.

Após quatro anos, em 1835, ano de eleição para deputados nas províncias, voltou à discussão da criação da freguesia a fim de facilitar a vida dos eleitores, pois com a criação das vilas cada um votaria em suas respectivas freguesias.

Assim, em três de abril de 1835, o projeto foi aprovado e remetido ao presidente da província de Alagoas, José Joaquim Marchado de Oliveira que, no dia 10 de março de 1835 sancionou a resolução de Número 8, criando então Freguesia a Capela de Santa Maria Madalena na Vila de Imperatriz.

As terras de patrimônio da paróquia de Santa Maria Madalena, onde hoje está erguida a igreja matriz e parte do território do município de União dos Palmares, foram conquistadas mediante a doação do casal João Camelo de Amorim e Francisca Correia de Araújo em 03 de abril de 1810, que objetivava construir a capela e a futura Vila.

No dia 14.06.2010 foi sancionada a Lei Municipal nº 1182 que inseriu no calendário municipal o dia 22 de Julho como feriado municipal dedicado a Santa Maria Madalena e em julho de 2016 o Papa Francisco elevou a celebração de Santa Maria Madalena no dia 22 de julho à categoria de festa litúrgica.

Fonte
SARMENTO, Genisete de Lucena. A Ocupação das Terras do Quilombo dos Palmares e a Criação de Vilas: Introdução à História de União dos Palmares. 1ª ed. Maceió: CBA Editora, 2019.

@registroslegislativos /Bruno Monteiro