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domingo, 3 de julho de 2016

Escravidão moderna: contratados da SEMED União ficarão 15 dias de férias, mas sem salário.

SEMED de União antecipa as férias da educação e não dá garantia de pagamento de dezembro e décimo, secretário não fala no assunto. 


A crise econômica, incerteza no pagamento de salários, além da falta de credibilidade dos gestores, são fatores que têm levado os servidores efetivos da Educação solicitar o adiantamento do décimo terceiro salario. Segundo o Sinteal e especialistas da área, o excesso de contratados inviabilizou o reajuste salarial digno para a categoria e não existe ainda a garantia do pagamento de dezembro e o décimo terceiro salario.

A SEMED que nos últimos meses tem sido administrada por diferentes “gestores” não tem tido a transparência necessária para elevar dá o segurança e credibilidade a categoria. As incertezas de pagamentos, a obscuridade nas folhas de pagamento, o excesso de contratos eleitoreiros, além a ausência de concurso público tem refletido diretamente nos rendimentos do ensino aprendizagem, algo que não se percebe como prioridade na gestão.

Esse ano o município será avaliado novamente mediante o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB, mas os resultados esperados não são os melhores, pois nosso aluno tem passado mais tempo em fora da sala de aula do que a média nacional. O ano letivo é concluído de forma mágica, pois é último a começar e o primeiro a terminar.

Portanto, enquanto a SEMED for tratada como uma secretaria de cabide de emprego, ainda por cima, eleitoreiros, administrada por quem nunca deu uma aula, a situação só tende a piorar. É preciso mudar esse tipo de gestão onde a “escravidão moderna” impera. E essa mudança pode ser feita em breve, através do seu voto em outubro.
Pense Nisso.

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